O segredo da Ginástica Rítmica da Espaço Educar

Sabemos que o esporte pode mudar nossa vida. A ginástica rítmica traz inúmeros benefícios para a vida das crianças que se desafiam em um esporte que une equilíbrio, disciplina e leveza. No último dia 15 de agosto, nossas pequenas ginastas viveram um momento especial. A Escola Espaço Educar participou do Campeonato de Estreantes de Ginástica Rítmica 2025, realizado no Sesi – Vila Olímpica Albano Franco, em Maceió, e surpreendeu a todos com um desempenho que esbanjou técnica e dedicação.

A competição é voltada para crianças que participam pela primeira vez de um campeonato de ginástica rítmica, reunindo escolas e clubes de todo o estado de Alagoas. Mesmo diante desse cenário desafiador, as atletas da Espaço Educar brilharam e subiram ao pódio em várias categorias.

“Para nós foi uma grande surpresa, porque nós sabíamos que elas tinham condições de competir. E elas competiram contra clubes, que têm um tempo maior de treino, que têm um tempo de dedicação também diferente. E mesmo dentro do âmbito escolar, as meninas conseguiram se destacar. E para aquelas ginastas que estavam competindo pela primeira vez, elas conseguiram destaque, elas conseguiram o pódio. E elas se superaram e nos surpreenderam. E estão de parabéns.”, disse Tereza Izabel, coordenadora de esportes da Espaço Educar.

Medalhistas da Espaço Educar no Campeonato de Estreantes de GR 2025

O jeitinho da Espaço Educar na Ginástica Rítmica

Essas conquistas são reflexo do cuidado e da metodologia que a escola adota no ensino da Ginástica Rítmica e é aqui que está o verdadeiro segredo.

Na Espaço Educar, a Ginástica Rítmica é oferecida desde o Jardim I até o 5º ano, o que permite que as crianças cresçam em contato com a modalidade desde muito cedo. O ensino é pensado com um viés pedagógico, integrando-se ao trabalho da Educação Física da escola, que é um diferencial importante para o desenvolvimento motor, artístico e social das alunas.

De acordo com a coordenadora Tereza, a proposta é equilibrar a técnica da ginástica com o universo infantil, nas turmas iniciais, o ensino acontece de forma leve e criativa, estimulando o imaginário das crianças.

Atualmente, 201 alunas estão matriculadas nas aulas de GR, distribuídas em três níveis.

  • Turmas diversificadas:

    • Escolinha: crianças que estão começando na GR ou em processo de desenvolvimento;

    • Avançadas: meninas que já apresentam maior evolução técnica e maturidade;

    • Equipe: grupo de alto nível, que recebe treinamentos mais intensos e tem a oportunidade de participar de competições.

Esse caminho gradativo permite que cada ginasta descubra suas habilidades e evolua de acordo com seu tempo, sem perder o encanto da infância e, ao mesmo tempo, alcançando resultados expressivos.

Mais que medalhas

O segredo da Ginástica Rítmica da Espaço Educar vai além das medalhas conquistadas. Ele está no equilíbrio entre a técnica e o lúdico, no cuidado em cada etapa do desenvolvimento das alunas e no estímulo ao protagonismo. As vitórias no Campeonato de Estreantes são a prova de que é possível competir e vencer sem abrir mão da essência acolhedora e afetiva que guia a escola.

Aprendizado que Faz a Diferença: 3 pilares do estágio na Espaço Educar

Começar um estágio é sempre desafiador. Espera-se aprender executar tarefas e ficar a par da rotina desse novo trabalho. Mas alguns lugares vão além e marcam a nossa trajetória. Conversamos com ex-estagiárias da Escola Espaço Educar que hoje ocupam cargos na própria escola: professoras, orientadoras e monitoras, que nos falaram um pouco do que viveram dentro desse espaço, experiência que pode ser traduzida em três características marcantes. Elas nos ajudaram a entender por que o estágio na Espaço Educar é mais que um passo na carreira: é um aprendizado que faz a diferença.

1.Estágio que forma gente (e não só profissionais)

Na Espaço Educar, o estagiário não é aquele que só vai seguir ordens. Ele é escutado, envolvido e tratado como parte da equipe desde o primeiro dia. Marynara, que hoje é professora regente, lembra que o aprendizado vinha de todos os lados: colegas, crianças, coordenação. Foi nesse ambiente que ela entendeu que já estava sendo formada como educadora. Agnes, agora monitora educacional, define esse período como uma realização:

“um tempo em que percebi que estava no lugar certo, vivendo um propósito”.

  

Clarisse, que começou como estagiária e atualmente é auxiliar de sala, sente o mesmo:

“estagiar na Espaço Educar é descobrir que educar é mais sobre escuta, sensibilidade e relações humanas do que sobre decorar teorias”.

2. A afetividade como um valor cotidiano

Todas elas falaram de afeto, não apenas como ideia bonita, mas como prática diária. Hoje professora, Sheylla Maia conta que o “vai, você consegue!”, que ouviu lá no início, a fez vencer os medos e acreditar mais em si. Clarisse guarda na memória os abraços, os olhares curiosos das crianças e aquela sensação de acolhimento que deixava os dias mais leves.

Wiviane da Silva, atualmente orientadora pedagógica, lembra com gratidão a forma como foi acompanhada e reconhecida no começo da trajetória:

“Me tornei uma pessoa melhor.”

Quando afetividade vira cultura institucional, o estágio deixa de ser apenas uma fase e vira uma experiência pra vida.

3.Aprender fazendo

Os estagiários não saem daqui apenas com aprendizado: saem com novas perspectivas sobre o próprio futuro. Sheylla percebeu que queria seguir na Educação Infantil. Agnes enxergou possibilidades dentro da psicologia que antes não conhecia. Wiviane descobriu que as crianças ensinam lições valiosas diariamente. Clarisse encontrou novos caminhos na pedagogia. Marynara entendeu que o aprendizado é uma via de mão dupla.

Esse “aprender na prática” vem com responsabilidade, sim, mas também com liberdade para observar, errar, perguntar e se reconhecer. Não à toa, elas continuam brilhando e hoje contribuem ativamente para a escola.

Mais do que cumprir uma etapa acadêmica, o estágio é o começo de uma jornada com propósito. Quem chega como estagiário passa a se sentir parte de algo maior, que continua mesmo depois da efetivação. Elas chegaram ainda em formação, hoje inspiram outros. Porque quando alguém acredita no seu potencial desde o início, isso faz toda a diferença.

Conheça o Núcleo de Tecnologia Educacional da Espaço Educar

Quem passa por uma aula de robótica na Espaço Educar percebe rápido a energia: alunos montando, testando montagens, programando robôs, ideias surgindo e aquele clima de “vamos descobrir juntos”. Mas por trás dessa cena existe uma engrenagem que mantém tudo funcionando e conectado ao aprendizado: o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE).

O NTE vai muito além das aulas de robótica. É um time que integra tecnologia e pedagogia para que a inovação não seja só um recurso extra, mas parte natural das experiências de ensino. Sabendo que na infância é ainda mais importante cuidar da influência das tecnologias para que não sejam prejudiciais à formação. Aqui a escola garante que cada ferramenta digital e cada projeto estejam a serviço de algo maior: tornar o aluno protagonista da sua própria aprendizagem.

Conhecendo a nossa equipe
O núcleo é formado por profissionais que se completam e trabalham lado a lado. Na supervisão, Orleane Lima mantém o alinhamento com os objetivos pedagógicos e organiza o trabalho de todos. Nas aulas, os professores Geraldo Filho e Anderson Silva transformam conceitos técnicos em experiências envolventes para a sala de aula. Jaynne Borges, auxiliar de sala, garante que a rotina com os alunos aconteça com organização e cuidado. O monitor Samuel dos Santos  cuida para que os materiais e equipamentos estejam sempre prontos e. E os estagiários Adrissa Silva e Rodrigo Barbosa completam o time, apoiando atividades e ajudando na logística.

Como diz a Supervisora Orleane: “Juntos, formamos uma equipe que atua com dedicação, carinho e compromisso em promover experiências inovadoras, criativas e significativas para os alunos.”

 

Conexão com o aprendizado
O NTE trabalha em parceria com os professores para planejar e aplicar atividades que envolvam tecnologia de forma intencional. Isso significa pensar não apenas na ferramenta, mas no que ela vai acrescentar ao que está sendo ensinado e também com o cuidado ao inserir .

A proposta vai além do conteúdo técnico: estimular pensamento crítico, criatividade e trabalho em equipe. Como reforça Orleane:

“Nosso objetivo é preparar os alunos para os desafios da era atual, desenvolvendo competências essenciais para sua formação integral, sempre garantindo que a tecnologia esteja a serviço de uma educação de qualidade, humana e transformadora.”

Esse trabalho reflete diretamente os valores da Escola Espaço Educar: inovação, cooperação e respeito às singularidades. Para o NTE, inovar também é colaborar.

 

Nossos espaços
O núcleo conta com dois ambientes que funcionam como laboratórios criativos:

  • Espaço Robótica — Inaugurado no ano passado, o espaço abriga as aulas de robótica. Por isso, é equipado com kits, peças, e recursos para que os alunos possam programar, montar e operar montagens. É um espaço para colocar a mão na massa e desenvolver os projetos.
  • Laboratório de Inovação (LABi) — moderno e versátil, pensado para trabalhos colaborativos e experimentação com diferentes tecnologias. O Labi recebe aulas que necessitam do uso de ferramentas digitais e interativas.

Esses espaços sustentam a proposta de aprendizagem ativa e colaborativa, em que o aluno não só consome conhecimento, mas cria a partir dele.

 

Robótica na prática
A robótica no Espaço Educar é mais do que um conteúdo. É um exercício constante de cooperação. Os alunos aprendem lógica, programação e noções de engenharia, mas também desenvolvem trabalho em equipe, comunicação e liderança.

A participação na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) é um exemplo claro. O evento exigiu semanas de treino, testes e simulações. Foi uma vivência intensa que uniu conhecimento técnico e espírito de equipe.

“Participar da OBR foi uma experiência incrível, marcada por aprendizado, superação e trabalho em equipe. Essa vivência reforçou a certeza de que a tecnologia é uma ferramenta poderosa para a aprendizagem e para o desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro”, diz Orleane.

 

Além da sala de aula
O trabalho do NTE também aparece nos eventos e projetos da escola. A equipe garante que a tecnologia esteja integrada de forma funcional e criativa, ajudando a transformar cada mostra, projeto, data comemorativa ou atividade especial em uma experiência interativa.

No fim das contas, o NTE é sobre formar alunos que sabem pensar de forma criativa, resolver problemas e trabalhar juntos, habilidades tão importantes quanto dominar qualquer ferramenta tecnológica.

Cada experiência, montagem ou programação é um passo para que esses estudantes se tornem protagonistas da própria história, prontos para criar e inovar.

Como tornar os livros atrativos para as crianças?

Em um tempo em que telas disputam a atenção das crianças, a leitura continua sendo uma das experiências mais transformadoras da infância. Mas como fazer com que os livros ganhem espaço no coração dos pequenos leitores? Na Escola Espaço Educar, a resposta tem nome, equipe dedicada e muitas ações criativas: a nossa biblioteca!

Sob o cuidado e a sensibilidade da equipe da biblioteca, formada por Katiuscia Rolins e Delma Pereira, o universo literário se torna vivo e convidativo para os pequenos. Muito mais do que um espaço silencioso e cheio de estantes, a Biblioteca Educar funciona como um elo entre as crianças e o mundo das palavras.

Para que a leitura realmente transforme, ela precisa ultrapassar as paredes da biblioteca e entrar nas salas de aula, nos projetos e na rotina dos pequenos. Por isso, a integração da biblioteca com os demais setores pedagógicos é fundamental. As ações literárias são planejadas em diálogo com os temas trabalhados nas turmas, fortalecendo a presença dos livros no cotidiano escolar.

Seja na Semana Literária, na Gincana Literária, nas rodas de leitura ou até nos momentos de recreio, a literatura está sempre presente, atravessando as disciplinas e enriquecendo o aprendizado. Conheça algumas ações que têm tornado a leitura mais divertida e envolvente para os alunos:

1. Passaporte Literário

Uma das iniciativas mais encantadoras é o Passaporte Literário. Lançado em 2024, o projeto convida as crianças a embarcarem numa verdadeira viagem pelos gêneros, autores e histórias. A cada dez livros lidos, o aluno recebe um passaporte; e a cada leitura concluída, um adesivo é colado, como selos de uma viagem pela imaginação.

E o resultado é empolgante: só em 2024, o número de empréstimos de livros mais do que dobrou, um crescimento de 121%. Foram 8.039 empréstimos em comparação aos 3.623 de 2023. E em 2025, desde o início da nova entrega, já são mais de 2.300 livros alugados. Um dado que revela o quanto essa abordagem lúdica tem incentivado a leitura entre os alunos.

Para a bibliotecária Katiuscia Rolins, o sucesso da ação se explica pelo engajamento que a proposta desperta:

“Eu acredito que a princípio o desafio e a competição. O fato de conseguir alcançar o objetivo já é estimulante e quando outras crianças também participam eles ficam muito empolgados. O bom é que depois eles acabam gostando da experiência.” 

2. Roda de Leitura

As rodas de leitura são um clássico que nunca sai de moda. Costumam ser a porta de entrada e as responsáveis por formar as memórias mais singelas com os livros. Para os pequenos da Educação Infantil, elas representam o primeiro contato com o mundo das histórias, desenvolvendo a linguagem, a socialização e a criatividade. Já para os alunos do Ensino Fundamental, elas se transformam em espaços de reflexão, debate e aprofundamento de temas, sempre mediados por um bom livro.

3. Semana Literária

Este ano, a Semana Literária celebrou os contos de fadas em grande estilo! Com contações de histórias, jogos interativos, circuito literário e até a participação de familiares e colaboradores como contadores de histórias, o evento foi um mergulho no universo da fantasia. As crianças não só ouviram histórias, como também participaram de exposições com produções próprias, fortalecendo o protagonismo dos pequenos leitores e valorizando a diversidade cultural.

4. Gincana Literária

Outro destaque é a Gincana Literária, que envolve as turmas do Ensino Fundamental em desafios cheios de conhecimento, diversão e espírito de equipe. Entre provas de vocabulário, perguntas sobre livros lidos e caças ao tesouro literário, os alunos descobrem que ler também é competir, torcer e comemorar juntos.

5. Pequenos Contadores

Nessa oficina, as crianças aprendem técnicas básicas de narração, como o uso da voz, expressão corporal, ritmo da fala e entonação,  elementos fundamentais para envolver o público e dar vida às histórias. Mais do que aprender a contar, os pequenos vivenciam o poder da oralidade, desenvolvendo habilidades como empatia, comunicação e autoconfiança. Ao final da preparação, os pequenos contadores têm a oportunidade de apresentar uma história para as turmas da Educação Infantil. De um lado, os pequenos ouvintes fascinados; do outro, os jovens narradores, orgulhosos de compartilhar seu amor pelas histórias.

6. Quinta de Brincar de Ler

Você já brincou de ler? Na Espaço Educar, isso acontece toda quinta-feira. As crianças têm um momento reservado para ler de forma leve e divertida, muitas vezes ao ar livre, debaixo de uma árvore, nos pátios ou em roda com os amigos. Assim, os livros ganham um novo significado, se tornam amigos de aventuras.

7. Leitura no Recreio

Um bom livro pode ser tão divertido quanto jogar amarelinha e brincar de pique. Por isso, o recreio pode ser o momento perfeito para a leitura. Em horários alternados, os alunos do Ensino Fundamental podem visitar um espaço aconchegante montado no pátio, ouvir histórias ou conversar sobre seus livros favoritos. Assim, o hábito da leitura vai sendo cultivado de maneira natural e prazerosa.

Gostar de ler também se aprende. Antes mesmo de dominar as letras, os pequenos já se encantam com o ritmo da fala nas histórias contadas, com os gestos, as expressões e os enredos que despertam a curiosidade. E quando essa paixão é cultivada desde cedo, ela cresce e floresce com o tempo.

“O maior desafio são as distrações digitais. As tecnologias fazem as crianças perderem muito tempo. As crianças são sobrecarregadas com todos os tipos de informação de forma vazia, sem terem capacidade de selecionar as informações que podem ou não acrescer conhecimento. Como recompensa podemos considerar que o gosto pela leitura impacta no próprio desenvolvimento pessoal. Ela consegue proporcionar o conhecimento, a habilidade na leitura, a compreensão textual, a criatividade e várias outras habilidades positivas.” — explica Katiuscia Rolins

A leitura transforma, conecta e liberta. Por isso, é importante investir em iniciativas que aproximem os alunos dos livros, transformando a biblioteca em uma extensão da sala de aula, e da imaginação, de cada criança. Afinal, ler é, também, brincar, criar, partilhar e descobrir novos mundos.

Pensamento Computacional: 5 benefícios que vão muito além das telas

Quando falamos em pensamento computacional, é comum que a primeira imagem que venha à mente seja a de um computador, códigos ou robôs. No entanto, esse conceito vai muito além das telas e se manifesta no dia a dia de maneira vasta. O pensamento computacional é uma forma de resolver problemas, organizar ideias e tomar decisões de um jeito lógico e estruturado. Na educação infantil, ele não apenas prepara as crianças para o futuro digital, como muitos pensam, mas, principalmente, desenvolve habilidades fundamentais para a vida.

Confira cinco aspectos da vida em que o pensamento computacional se faz presente e contribui para o desenvolvimento de habilidades na infância:

  1. Organização

Desde pequenas, as crianças aprendem a seguir sequências e padrões, como vestir-se na ordem correta, organizar os materiais da escola ou planejar as etapas de um jogo. Essas ações refletem a ideia de decomposição e sequenciamento, dois princípios do pensamento computacional.

  1. Criatividade e Resolução de Problemas

O pensamento computacional incentiva as crianças a enxergarem desafios sob diferentes perspectivas, buscando soluções inovadoras. Em atividades como montar um quebra-cabeça ou construir uma torre com blocos, elas aprendem a testar, errar, ajustar e tentar novamente – um ciclo essencial para o aprendizado.

  1. Tomada de Decisão e Pensamento Lógico  

Ao escolher entre caminhos possíveis em uma brincadeira ou decidir como agrupar objetos por categorias, as crianças praticam o pensamento lógico e o reconhecimento de padrões, habilidades essenciais para tomar decisões assertivas no dia a dia.

  1. Trabalho em Equipe

Resolver desafios em conjunto, dividir tarefas e entender o papel de cada um dentro de uma atividade são formas de pensamento computacional e ensinam as crianças sobre cooperação e empatia.

  1. Comunicação e Expressão

Ao contar histórias, explicar um acontecimento ou criar narrativas, as crianças aprendem a organizar ideias de forma clara e sequencial, desenvolvendo uma comunicação eficaz; uma habilidade essencial não só para a programação, mas para a vida.

O Pensamento Computacional nas Aulas de Robótica

Na Escola Espaço Educar, o pensamento computacional ganha vida de forma lúdica e envolvente nas aulas de robótica. Através da construção de projetos, desafios e atividades práticas, as crianças aprendem a resolver problemas por etapas, identificar padrões, criar e testar soluções diferentes. Mais do que simplesmente montar um robô, elas exercitam a criatividade, a paciência e a persistência, além de trabalharem em equipe para alcançar um objetivo comum.

As experiências vividas na robótica mostram que o pensamento computacional não é apenas sobre tecnologia, mas, sim, sobre desenvolver uma mentalidade de solução de problemas que acompanhará as crianças ao longo de toda a vida. Essa habilidade é cultivada desde cedo, preparando os alunos para um mundo onde a capacidade de criar, inovar e pensar fora da caixa faz toda a diferença.

8 de março: o que pensam nossas diretoras sobre essa data

O Dia Internacional da Mulher é mais do que uma celebração. É um marco de reflexão, luta e compromisso com a construção de um mundo mais justo e igualitário. No contexto educacional, essa data ganha ainda mais relevância, pois é na escola que valores como respeito, equidade e empoderamento começam a ser fortalecidos.

Na Escola Espaço Educar, três mulheres ocupam posições de liderança e são exemplos de que a educação é um dos principais caminhos para a transformação social. Sílvia Melo, diretora-executiva, Conceição, diretora pedagógica, e Luciana, diretora administrativo-financeira, compartilham suas visões sobre o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa para meninas e mulheres, além dos desafios que ainda precisam ser superados.

Nesta conversa, elas refletem sobre a importância do 08 de março e o impacto que a educação pode ter na formação de novas gerações comprometidas com a igualdade. Confira:

Qual o papel da educação na construção de uma sociedade mais igualitária para meninas e mulheres?

Sílvia: A grande função da educação é a transformação. Quando falamos de igualdade de gênero, estamos tratando de uma das pautas mais urgentes, pois a educação das novas gerações pode trazer esperança de um futuro melhor, com mais respeito e dignidade.

Conceição: Gosto de dizer que a educação é o único caminho possível para formar cidadãos justos, responsáveis e comprometidos com a transformação social. Mais do que multiplicar conhecimento, a escola precisa despertar o desejo de ser melhor, de respeitar e cuidar do outro, de promover o bem comum.

Luciana: A educação ajudará as pessoas a se respeitarem mais, independentemente de gênero. É essencial que essa conscientização comece desde cedo, pois abrirá as portas para um caminho mais igualitário.

 

Qual a importância do 8 de março para você?

Sílvia : É o momento de renovar e fortalecer a discussão sobre temas que não podem ser esquecidos. Precisamos ampliar essa conversa e garantir que ela se torne cada vez mais efetiva.

Conceição: Sempre penso nas mulheres corajosas e destemidas que vieram antes de nós. Elas enfrentaram desafios enormes para abrir caminhos para as gerações seguintes. Honro, reconheço e agradeço por isso. E também sinto que é minha responsabilidade deixar um legado de força, coragem e sensibilidade para as mulheres que virão depois de mim.

Luciana: Para mim, é um momento de reflexão e fidelização sobre essa luta pelo respeito e pela igualdade.

 

Quais desafios ainda precisam ser enfrentados pelas mulheres que ocupam cargos de liderança?

Sílvia : O grande desafio é ocupar esses espaços, apesar do desconforto que isso ainda pode causar. É preciso desbravar, sem medo, os lugares que nos cabem.

Conceição: Na minha trajetória, não enfrentei grandes dificuldades por ser mulher, mas percebo que, para muitas, o acúmulo de funções ainda é um limitador do desenvolvimento profissional. A falta de conhecimento gera insegurança e, consequentemente, menos visibilidade e oportunidades. Como eu costumo dizer: “Ninguém segura uma mulher segura!”.

Luciana: Precisamos continuar firmes, ter consciência da importância do nosso papel e buscar conhecimento sempre. Essa é a chave para seguir avançando.

 

O Dia Internacional da Mulher nos lembra que há progressos a celebrar, mas também muito a conquistar. E, como salientaram as diretoras, a educação tem um papel fundamental nessa jornada. Que através dela, possamos seguir aprendendo, refletindo e avançando.

 

Qual calçado usar nas aulas de futsal?

Na hora de praticar futsal, a escolha do calçado adequado faz toda a diferença na performance e na segurança durante as partidas. Afinal, cada tipo de terreno e modalidade esportiva demanda um cuidado específico com o equipamento utilizado. Antes de investir em uma chuteira ou tênis para as aulas de futsal, é essencial considerar alguns fatores importantes que podem influenciar diretamente no desempenho da criança em quadra.

A principal função do calçado é, sem dúvida, evitar lesões durante a prática esportiva, proporcionando conforto e promovendo a performance dos atletas. No caso do futsal, que é comumente praticado em quadras, a escolha do calçado certo é ainda mais crucial. Jamerson Fonseca, professor de futsal da escola Espaço Educar, destaca os riscos de não se utilizar o equipamento adequado:

“o tênis de futsal não é da altura da chuteira de campo ou society, ele está mais próximo do chão. essas chuteiras possuem travas no solado, então elas ficam maiores. Você pode tanto machucar os colegas, como também torcer o tornozelo, escorregar mais, porque o piso da quadra é liso. Então, cada calçado é apropriado para um piso específico.”

Ao escolher seu tênis para jogar futsal, é importante garantir que ele ofereça aderência, flexibilidade, resistência e conforto. A aderência é fundamental para evitar escorregões durante a movimentação em quadra, enquanto a flexibilidade permite uma corrida mais segura e dinâmica durante o jogo.

Além disso, a resistência e o acabamento do calçado também merecem atenção especial. Costuras reforçadas são essenciais para garantir a durabilidade do tênis ao longo de várias partidas, enquanto modelos feitos em tecido sintético proporcionam maior flexibilidade aos pés.

 

 

Qual a diferença entre uma chuteira de futsal e uma chuteira de campo ou society?

As chuteiras de futsal, de campo e society são projetadas para atender às demandas específicas de cada tipo de superfície de jogo. Marcello Ferreira, professor de futsal da escola Espaço Educar, explica:

“o tênis de futsal tem um solado bem parecido com o que a gente usa no dia a dia. A diferença é que o solado tem uma aderência maior, por conta da quadra, que é plana e rígida, isso te dá uma segurança maior na hora do jogo. A chuteira society tem pequenos cravos por conta da grama sintética, que é uma grama rasa, podemos dizer assim. Já a chuteira de campo tem travas um pouco maiores por conta da grama natural, por isso, as travas precisam ser maiores. Escolher o equipamento adequado é fundamental para ter uma segurança maior na hora de praticar o esporte.”

Portanto, a principal diferença entre uma chuteira de futsal e uma chuteira de campo (ou society) está no design do solado e das travas, adaptados às diferentes superfícies de cada modalidade. Investir em um calçado adequado não só melhora a performance em quadra, mas também ajuda a prevenir lesões e torna a prática do futsal ainda mais prazerosa e segura para os pequenos.

Saiba como garantir uma adaptação escolar saudável

Junto com o primeiro dia de aula, vem também muitas expectativas, medos e anseios, pois sabemos que o início dessa jornada requer muito acolhimento, paciência e, claro, afeto.

Quando se trata de crianças que vão ter a sua primeira experiência na escola, isso tudo parece ser ainda mais desafiador. O período de adaptação abriga um processo delicado no qual a criança se desvincula do convívio em tempo integral com a família e passa a ser inserida em uma nova rotina, cercada também por pessoas desconhecidas para ela. Esse momento é essencial para um desenvolvimento saudável, permitindo a individualização, a autonomia, a segurança e a independência da criança, possibilitando que ela crie vínculo e se identifique com esse novo espaço que é a escola.

Essa mudança causa instabilidade tanto nas crianças quanto nos pais, que são peça fundamental para uma transição leve, que trará mais segurança e confiança para os pequenos.

Com a psicóloga Irene Torres, entramos nesse universo peculiar da adaptação escolar, explorando estratégias, desafios e conquistas desse período tão marcante na vida das crianças e de suas famílias.

  1. Quais estratégias a escola utiliza para criar um ambiente acolhedor e seguro, facilitando a adaptação das crianças ao maternal?

Para as crianças já veteranas, (que passaram do Minimaternal para o Maternal I) realizamos um tour para que reconheçam os ambientes e as professoras, proporcionando familiaridade. Além disso, envolvemos as famílias nesse processo, com a recepção feita pelas professoras antigas no primeiro dia de aula. Para os novos alunos, a escola lança mão de algumas estratégias que são combinadas com as famílias  em reuniões pedagógicas, promovendo um ambiente calmo e acolhedor, grande favorecedor da adaptação.

  1. Qual conselho você daria às famílias para contribuírem no processo de adaptação das crianças?

Recomendamos que a adaptação comece em casa, envolvendo as crianças na decisão pela escola. Mostrem o ambiente de forma antecipada para os filhos, conversem com eles sobre a escolinha, explicando que eles vão ficar um tempinho fora de casa todos os dias. É um processo de preparação mental e emocional das crianças.

Manter a rotina sem grandes mudanças nos meses que antecedem a entrada na escola é essencial (horário de sono, retirada de chupeta, desmame, desfralde). Além disso, construir uma relação de confiança com os educadores e estar atento ao que os profissionais observam são passos fundamentais.

Outra dica importante é que os pais estejam seguros no ambiente que vão deixar os filhos e construam uma relação de confiança com os educadores; só assim transmitirão essa segurança para os filhos.

‌É fundamental, ainda, ter um ouvido atento ao que as professoras, orientadoras e psicólogas irão dizer, pois os profissionais conseguem observar alguns aspectos que podem não ser percebidos pelos pais, que estão emocionalmente muito envolvidos. O controle da ansiedade deve também ser ponto de atenção. Quando a criança se volta com um olhar de hesitação, é essencial que o responsável consiga passar segurança.

  1. Como a escola estabelece os horários e a logística durante a adaptação?

Para os alunos que estão entrando na escola, nesses primeiros dias adotamos a estratégia de reduzir a carga horária. O tempo que a criança fica sem a família precisa ser paulatino, temos um período de no máximo 2 horas. Dividimos os grupos em horários diferentes para acolher e permitir que as professoras estabeleçam vínculos. Para os veteranos, procuramos manter o horário habitual. Focamos em uma adaptação humanizada, buscando abordagens individuais quando necessário.

  1. Quais são os principais desafios emocionais enfrentados pelas crianças durante o período de adaptação?

Inicialmente, as crianças enfrentam medos naturais do desconhecido. No entanto, o desafio pode aumentar em casos de pais com grande dependência emocional. Nesses casos, pedimos que outro acompanhante esteja presente, para proporcionar a segurança necessária sem apego excessivo.

  1. ‌Como identificar sinais de estresse e desconforto nos alunos e quais medidas tomar?

Utilizamos a observação, analisando expressões e olhares. Antecipamos comportamentos diferentes, chamando os pais para evitar desconfortos. Analisamos históricos e informações das famílias para identificar sinais de estresse e desconforto, agindo proativamente.

  1. Quais são os indicadores de uma adaptação bem-sucedida do ponto de vista emocional e social?

Uma adaptação bem-sucedida gera segurança. Uma criança segura é um adulto seguro. Costumamos dizer que crianças e adultos maduros vieram de processos de adaptação maduros e respeitosos. Ficamos atentos a sinais claros de que a criança está se sentindo acolhida, mesmo quando a criança não expressa isso verbalmente. Toda adaptação atenciosa nos ensina que o mundo é adaptativo.

  1. Qual é o diferencial do Espaço Educar nesse processo?

Na Espaço Educar, não somos apenas um instrumento na adaptação; acolher faz parte da nossa essência. Somos humanos e personalizamos esse processo, sabemos que cada criança tem o seu próprio universo, por isso, nunca escondemos nada dos pais, fazemos disso um processo de troca com as famílias. Valorizamos a individualidade de cada criança e mantemos uma comunicação transparente com as famílias.

 

Como transformar a alimentação escolar em uma jornada nutritiva?

Pensar em alimentação saudável na infância, vai além das práticas adotadas em casa. O que é consumido no ambiente escolar tem grande importância. É essencial que a escola tenha participação ativa na construção de hábitos alimentares benéficos para a saúde dos pequenos.

Na busca incessante por uma formação integral e saudável, a Escola Espaço Educar se destaca por seu compromisso com a alimentação nutritiva e balanceada de seus alunos. Para entender melhor esse trabalho, batemos um papo esclarecedor com  responsável técnica pelo setor de nutrição da escola, a nutricionista Vanessa Freitas. Além de projetos voltados à alimentação saudável, a instituição vai além ao produzir os alimentos consumidos pelos alunos, contando com um setor de nutrição, composto por profissionais comprometidos a inserir refeições nutritivas na rotina escolar dos pequenos.

  1. O papel da Nutrição na escola

O setor de nutrição desempenha um papel vital na promoção da saúde e no desenvolvimento cognitivo dos alunos. Ao priorizar ingredientes frescos e de qualidade, excluir alimentos processados, com alto teor de açúcar e frituras do cardápio, a escola contribui para o pleno desenvolvimento físico, acadêmico e pessoal de seus alunos.

Profissionais especializados asseguram a segurança sanitária em todas as etapas do processo de produção e distribuição alimentar. Desde a seleção dos insumos até ao preparo das refeições, são adotadas práticas rigorosas que garantem a qualidade e a integridade dos alimentos oferecidos. Dentre estas práticas estão: treinamento semestral com os colaboradores; planilhas de controle de tempo e temperatura; controle de produção e estoque e muitos outros cuidados para levar a melhor refeição até os pequenos.

  1. Educação alimentar: envolvendo as crianças nessa jornada

‌Os alunos não apenas se beneficiam de refeições saudáveis, mas também participam ativamente de atividades relacionadas à educação alimentar. A escola se preocupa em promover uma abordagem inclusiva, incentivando os alunos de todas as idades a compreenderem a importância de escolhas alimentares conscientes para uma vida saudável. O corpo pedagógico também é um aliado nesse projeto. Os educadores inserem no dia a dia das crianças, do Minimaternal ao 5° ano, atividades lúdicas e práticas para reforçar os benefícios da alimentação saudável.

‌Um exemplo de projeto que fez sucesso com as crianças foi a Semana da Alimentação Saudável, que ocorreu em outubro. Os pequenos participaram de contações de histórias, circuitos, aprenderam receitas e degustaram alimentos produzidos na escola. Tudo isso com o objetivo de trazer as crianças para mais perto dos alimentos saudáveis. Durante a semana, as crianças vivenciaram experiências enriquecedoras e foram lembradas da importância de manter uma alimentação rica e equilibrada.

  1. Montando um cardápio saudável e inclusivo

A Espaço Educar se destaca ao elaborar cuidadosamente um cardápio que atende às necessidades específicas e às restrições alimentares dos alunos. O setor de nutrição desempenha um papel crucial na montagem do cardápio, garantindo uma oferta inclusiva de refeições que respeita as diversidades alimentares dos pequenos.

A escola promove a abertura para o diálogo entre responsáveis e a coordenação da nutrição, incentivando a identificação de possíveis restrições alimentares ou hábitos específicos a serem contemplados.

Além dos hábitos alimentares, a instituição também considera as tradições culturais da culinária local, além de promover  um cardápio adequado as necessidades nutricionais da faixa etária atendida., segundo os órgão de referência como Sociedade Brasileira de Pediatria, Conselho de Nutrição e Ministério da Saúde.

Seguir os horários definidos para as refeições é outra preocupação da escola. Levando em consideração o tempo de permanência na unidade, incluindo os horários de chegada e saída, a escola busca proporcionar uma experiência alimentar balanceada e adequada ao ritmo das crianças.

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  1. Conhecendo esse modelo

Recentemente, a Escola Espaço Educar recebeu alunos do curso de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas em uma visita técnica. Essa interação proporcionou uma troca enriquecedora de conhecimentos, onde os futuros nutricionistas puderam vivenciar de perto as práticas adotadas pela escola.

“Nossa experiência com a visita técnica foi maravilhosa. Podemos identificar profissionais qualificados e comprometidos com a instituição, que garantem a segurança higiênica e sanitária nos alimentos distribuídos”, declararam os estudantes da Ufal.

Em resumo, ao integrar alimentação saudável, segurança e educação nutricional, a Espaço Educar tem a missão de fornecer bons alimentos aos estudantes e, principalmente, formar cidadãos conscientes de seus hábitos alimentares e do impacto dessas escolhas em suas vidas.

Responsável técnica: Vanessa Freitas/CRN3263

5 benefícios de estudar inglês na Educação Infantil

No universo da educação, surge frequentemente a questão sobre a idade ideal para iniciar o aprendizado de um segundo idioma, como o inglês. A verdade é que a capacidade de absorção linguística das crianças é notavelmente elevada, tornando a Educação Infantil um terreno fértil para a introdução do inglês no currículo escolar.

Estudos apontam que nos primeiros anos de vida, o cérebro humano se desenvolve incrivelmente rápido. São milhares de conexões neurológicas novas, e aprender qualquer coisa nessa fase se torna muito mais fácil, inclusive novos idiomas.

Iniciar essa jornada ainda na infância pode ser motivo de dúvidas para muitos pais, portanto, o mais importante é criar uma relação saudável entre o pequeno e o novo idioma. O estímulo ao aprendizado desde os primeiros anos contribui positivamente para o aprendizado da criança.

Por isso, ter aulas de inglês na Educação Infantil é uma etapa crucial para o desenvolvimento da criança, contribuindo para o aprendizado ao longo de sua vida. No blog de hoje, vamos apresentar cinco vantagens cruciais desse processo educacional, destacando como ele pode moldar o presente e o futuro dos pequenos

1.Desenvolvimento cognitivo aprimorado

O cérebro das crianças está em constante desenvolvimento durante os primeiros anos de vida. A exposição a um segundo idioma, como o inglês, estimula áreas essenciais do cérebro, promovendo habilidades cognitivas, como a resolução de problemas, a criatividade e a capacidade de multitarefa. Estudos indicam que crianças bilíngues tendem a ter uma maior flexibilidade mental, o que pode ser um grande trunfo no mundo de hoje.

2.Facilitação na aprendizagem futura de idiomas

A primeira infância é um período crítico para a aquisição de habilidades linguísticas. Ao introduzir o inglês nesse estágio, as crianças desenvolvem uma base sólida em fonética, gramática e vocabulário que facilita a aprendizagem de outros idiomas no futuro. Esse é um investimento valioso que pode abrir portas para oportunidades acadêmicas e profissionais mais amplas no futuro.

3. Enriquecimento cultural

O inglês é uma das línguas mais amplamente utilizadas em todo o mundo. Ao aprender esse idioma desde cedo, as crianças têm acesso a uma vasta gama de recursos educacionais, literatura, filmes, música e mídia digital. Além disso, elas podem interagir com uma variedade de culturas e perspectivas, expandindo assim seus horizontes e promovendo a compreensão global.

4.Melhora na socialização

As aulas de inglês para crianças são um verdadeiro convite à sociabilização. Com aulas divertidas e atividades interativas, elas exercitam a língua e a convivência em grupo.
Além disso, as crianças conseguem se expressar numa segunda língua com bastante tranquilidade, pois não possuem as mesmas barreiras que os adultos. A naturalidade e a espontaneidade dos pequenos ajuda para um desenvolvimento livre de vergonha e timidez, possibilitando que eles consigam falar sem medo de cometer erros!

5.Estímulo ao crescimento profissional

O domínio do inglês abre portas para uma ampla gama de oportunidades profissionais, tanto no cenário nacional quanto internacional. As habilidades linguísticas são altamente valorizadas em setores como negócios, tecnologia, turismo e muito mais. Ao aprender inglês desde cedo, as crianças estarão se preparando para um futuro promissor e competitivo, com acesso a um leque mais amplo de carreiras e perspectivas de crescimento.

O ensino do inglês na infância é um investimento valioso no futuro das crianças. Além dos benefícios cognitivos e linguísticos, ele proporciona uma vantagem competitiva em um mundo globalizado. Ao promover o aprendizado de inglês desde cedo, estamos capacitando as crianças para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que o futuro oferece. Portanto, é uma decisão educacional que merece ser celebrada e incentivada em todos os aspectos.

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Time campeão: conheça os colaboradores da Copa Funcionários Escolares

No dia 30 de setembro, a equipe da Escola Espaço Educar, formada por colaboradores de diversos setores, brilhou ao erguer o troféu de campeão na 1° edição da Copa Funcionários Escolares de Futsal de Maceió. Esta conquista vai além do esporte em si, ressaltando os inúmeros benefícios que o futebol traz para a saúde física e mental.

Jogar futebol é mais do que uma mera atividade física. É uma experiência que contribui para a união, a cooperação e a superação de desafios em equipe. Ao longo dos treinos e partidas, os integrantes do time consolidaram laços de amizade, criando um ambiente de trabalho mais integrado e colaborativo. Isso influencia no ambiente escolar, onde a cooperação entre colegas é um alicerce crucial para o sucesso educacional dos alunos.

Além disso, a prática do esporte é uma ferramenta valiosa para aprimorar a qualidade de vida dos colaboradores. Investir nessa atividade traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental dos praticantes.


Vamos conferir quais são esses benefícios?

1. Aprimoramento da resistência cardiovascular:

O futebol envolve corridas intermitentes, mudanças de direção e movimentos intensos, o que promove o fortalecimento do sistema cardiovascular. Isso resulta em um coração mais eficiente, capaz de bombear sangue e oxigênio de forma mais eficaz para os músculos durante a atividade física e no repouso.

2. Desenvolvimento da coordenação motora:

O jogo exige habilidades como dribles, passes, agilidade e chutes ao gol. assim o atleta aprimora a coordenação entre olhos, mãos, pés e corpo, beneficiando a precisão dos movimentos.

3. Promoção de uma vida ativa e saudável

Ao participar de atividades esportivas como o futebol, os colaboradores estão mais propensos a manter um estilo de vida ativo, reduzindo os riscos associados ao sedentarismo, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

4. União e cooperação em equipe

O futebol é um esporte coletivo que exige comunicação, confiança e cooperação entre os jogadores. Isso fortalece os laços de equipe, promovendo um ambiente de trabalho mais positivo e colaborativo. Além disso, proporciona momentos de descontração e diversão entre os jogadores, criando laços de amizade que vão além do ambiente de trabalho.

5. Melhora da Saúde Mental e Bem-Estar Emocional:

A atividade física libera endorfinas e neurotransmissores associados à sensação de bem-estar. Isso pode reduzir sintomas de ansiedade e depressão, promovendo um estado mental mais equilibrado.

6. Redução do estresse e ansiedade:

O futebol é uma ótima maneira de liberar a tensão acumulada. O jogo proporciona um ambiente divertido e desafiador, permitindo que os colaboradores se desconectem da rotina do trabalho.

Investir na prática do futebol não é apenas um investimento no esporte, mas também na saúde e qualidade de vida de todos os envolvidos., onde os frutos se estendem não apenas aos praticantes, mas também aos alunos que são inspirados por esse exemplo de trabalho em equipe e superação de desafios.

 

Saiba o segredo por trás do nosso material pedagógico

Você já parou para se perguntar como os módulos, provas e agendas chegam até as salas de aula? A resposta está no Centro de Produção Pedagógica (CPP), uma equipe formada por profissionais dedicados a deixar o processo de aprendizagem eficiente, com soluções criativas, para proporcionar uma experiência ainda mais agradável.

Na Escola Espaço Educar, existe um time talentoso que trabalha incansavelmente para garantir que esse material pedagógico utilizado na escola seja da mais alta qualidade. Além dos materiais mais tradicionais, o CPP também é responsável por produzir peças como: jogos, álbuns, cenários pedagógicos, decoração para eventos e muitas outras atividades especiais.

Quem são os integrantes do CPP?
No setor do CPP, encontramos quatro profissionais que são os pilares da produção do material pedagógico: a supervisora Julyane Lima, as designers gráficas Vanessa Barros e Jéssica Leandro e o ilustrador Emerson Freitas. Essa equipe conta, ainda, com alguns consultores especialistas que prestam consultoria, potencializando ainda mais a produção. Tudo isso para criar um conteúdo educacional cativante e eficaz, que ressoa em nossos alunos e educadores.

O processo por trás do material pedagógico
A produção do material pedagógico é um processo meticuloso e cuidadosamente planejado. Tudo começa com uma reunião de ideias, onde a equipe pedagógica discute com o CPP os objetivos e os tópicos que serão abordados no material. Uma vez que o plano está definido, entra em cena o ilustrador, que transforma conceitos abstratos em imagens envolventes, despertando a curiosidade dos alunos.

As designers entram em ação para dar vida às ideias, criando diagramações atraentes que combinam perfeitamente com a identidade da escola. Cada página é projetada com atenção aos detalhes, desde as cores até a tipografia, para garantir que a experiência de aprendizagem seja visualmente estimulante.

A supervisora monitora todo o processo. Ela assegura que os prazos sejam cumpridos, mantém a comunicação fluindo e garante que cada etapa do processo esteja alinhada com os padrões de qualidade da Escola Espaço Educar.“O segredo está no acompanhamento de todas as etapas, desde o planejamento de cada solicitação, bem como o processo de produção, validação e finalização. Ter conhecimento e entender o que está sendo solicitado é essencial para que o material seja produzido com qualidade e de forma que atenda às necessidades de quem está solicitando”, destaca a supervisora Julyane Lima.

Produção e Gráfica
A gráfica é uma grande aliada do CPP, pois desempenha um papel crucial no processo de produção do material pedagógico. Uma vez que o conteúdo visual e editorial está finalizado, a gráfica participa da transformação de todos esses elementos em produtos concretos. A qualidade da impressão, o tipo de papel utilizado e a precisão na reprodução das cores são aspectos que a gráfica precisa cuidar para garantir que o material final corresponda aos objetivos estabelecidos pela equipe do CPP.

Resultado
Ao final de todo esse percurso, o material ganha vida. Do Centro de Produção Pedagógica, ele encontra seu caminho para as mãos dos alunos, famílias e professores. Cada livro, apostila e recurso visual representa não apenas informações, mas também muita dedicação e carinho pelo processo de aprendizagem.