Loucos por Gibis

A Blitz da leitura dessa vez surpreendeu leitores na gibiteca, cantinho dedicado os fãs dos gibis, na Biblioteca Educar.

As amigas Giulia Marques e Maria Lila Vilaça, 05 anos, alunas do 1º ano B, adoram conferir as novidades da gibiteca. “Gosto de ler gibis, porque eles vem sempre com histórias muito legais“, explica Maria Lila.

Os gibis também são os livros preferidos de João Pedro Aragão, 09 anos,  aluno do 5º ano A. “Gosto desse tipo de leitura porque são livros fáceis, com várias histórias e os personagens da Turma da Mônica estão sempre envolvidos em várias aventuras”, diz João Pedro.

A preferência dos alunos do Ensino Fundamental pelos gibis é uma prova de que esses livros não atraem apenas leitores iniciantes.  Leiam a dica dada por João Pedro, enquanto se divertia na biblioteca conferindo um gibi do Cascão. 

Que história você está lendo?

João Pedro:    A Velha Piada dos Pinguins.

O que conta esse gibi?

João Pedro: Nessa história o Cascão se diverte imaginando as cenas das piadas contadas pelos pinguins. É muito divertido!

Porque ler é bom demais!

 

 

Luca Campana, 6 anos, aluno do 2º ano, adora ler histórias de aventura e se diverte descobrindo as ilustrações em terceira dimensão dos livros de ciências. “Estou aprendendo como é a aranha por dentro. Já li o livro do sapo e foi muito divertido. Esse da aranha é cheio de figuras legais“.  Livro: Por dentro da Tarântula – Autor: David George Gordon – Editora Girassol – Disponível no acervo da Biblioteca Educar 

   

De quem será esse OVO ?  

 

“Esse livro conta a história de duas galinhas que brigam por um ovo vermelho e o outro marrom. Elas discutem porque uma pensa que o ovo é de uma e a outra pensa que é da outra. Então elas brigam até que nascem dois pintinhos, um de cada cor, e eles ficam amigos”…  

Ovo meu, será seu? – Autora: Lêda Aristides – Editora Scipione – *Acervo Biblioteca Educar 

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Carla Vanessa, professora do Maternal II D

Seguindo a psicologia de JESUS 

Na linha da inteligência emocional, esse livro fala sobre como Jesus Cristo lidava com diferentes pessoas e temperamentos e como podemos nos inspirar nesse equilibio para os nossos relacionamentos cotidianos. Baseado nos relatos de pacientes, o autor fala sobre problemas familiares e conjugais que podem ser enfrentados seguindo o exemplo de Jesus, a partir das experiências vivenciadas por ELE durante seu ministério da Terra”  – Livro: JESUS, o maior psicólogo que já existiu – Autor: Mark Baker – Editora Sextante

Falando a LINGUAGEM DO AMOR

 

A nutricionista Vanessa Freitas e seu livro de cabeceira
“Inspirado em fatos reais e em relatos que se passaram durante as sessões de terapia de casais, o médico psiquiatra Gary CHAPMAN  fala sobre as situações vividas por homens e mulheres na busca incessante por compreender a forma de amar um do outro. O autor também fala de temas como relações familiares, conflitos na relação homem e mulher, contrariando a teoria de que o amor tem uma linguagem  universal. Ao falar das cinco linguagens do amor, o autor demonstra que as pessoas expressam e recebem manifestações de AMOR de diferentes maneiras”.  Livro: As cinco Linguagens do Amor – Autor:  Gary CHAPMAN 
 
 
Pais e professores, o desafio de educar
Gizelda Ferreira, professora de Informática, busca compreender novas formas de se relacionar com seus alunos e os filhos que pretende ter, lendo livros de autoconhecimento. “Augusto Cury nos fala sobre a importância de dar limites, analisando o modelo de educação que tiveram nossos pais e  como as atuais gerações se comportam hoje. Segundo o autor, pais e professores brilhantes são semeadores de idéias e não controladores dos filhos. Ninguém se diploma na tarefa de educar, aprende educando. A vida é uma grande escola que pouco ensina aos que não sabem ler a realidade que os cerca. Professores fascinantes devem formar pensadores que são autores da sua história. Devem multiplicar homens que pensam em nossa realidade. Eles transformam a informação em conhecimento” – Livro: Pais Brilhantes, professores fascinantes – Autor: Augusto Cury – Editora Sextante
 
Kelly Patrícia Brito, secretária, aproveita o tempo livre do intervalo do almoço para visitar a Biblioteca Educar.
Kelly no intervalo da leituraNa bolsa, traz sempre um bom livro para poder viajar enquanto desfruta dos momentos de descanso.
“Estou lendo Quando Chegar a Horaromance espírita de Zíbia Gasparetto. Por enquanto ainda estou no 9º capítulo, mas a história é muito interessante.  O livro fala de um menino, Eurico, que os pais pensam ser doente, mas que na verdade sofre de ansiedade e outros distúrbios causados por conflitos espirituais. Para ajudar essa criança a se curar, a família dele muda para uma cidade do interior, buscando um maior contato com a natureza. Vivendo num casarão assombrado pelo espírito atormentado de um coronel, Eurico descobre a amizade de um outro menino serviçal. Dessa convivência aprenderá a importância do afeto e novos valores como a confiança, o carinho e  o amor”. – Livro: Quando Chegar a Hora – Autora: Zíbia Gasparetto 

 

 

 

 

O que eles andam lendo?

Todos os dias um bom motivo para ler e descobrir coisas novas. Basta visitar a Biblioteca Educar para perceber a infinidade de títulos disponíveis para leitores de todas as séries e idades. O local é  bastante frequentado também por funcionários da escola. 

Enquanto produzíamos essa reportagem, flagramos a secretária Kelly Patrícia desfrutando o intervalo de almoço na companhia de um bom livro. No mesmo espaço, o aluno do 2º ano, Luca Campana, descobria curioso páginas de um livro em terceira dimensão, Emília França e as colegas do 1º ano, escolhiam títulos para ler juntas, e outros leitores curiosos exploravam prateleiras.

Com toda essa onda literária nasceu a sessão Poque ler é bom demais, que a partir de agora estará revelando dicas legais de leitura dadas por quem gosta de ler. 

Kelly Patrícia, leitura no intervalo
A nutricionista Vanessa Freitas

Percorrendo os mais diversos ambientes da escola fomos descobrindo os livros e histórias que estão no pensamento de alguns leitores.

As primeiras dicas de leitura surgerem um passeio por gênergos diversos que vão da literatura infantil,  de autoconhecimento, romance  e  comportamento.

Colaboraram para a primeira sessão: Kelly Patrícia da secretaria, a nutricionista Vanessa Freitas, Carla Vanessa, educadora do Maternal II, os alunos Luca Campana e Emília França e Gizelda Ferreira, professora de Informática.

Luca Campana, de seis anos
A educadora Carla Vanessa

Aproveite para conferir o que nossas crianças, educadores e colaboradores andam lendo por aí!

CLIQUE aqui e leia as dicas de leitura de nossos alunos, educadores e colaboradores!

 

ESPECIAL VOLTA ÀS AULAS: cantinho para estudar

Este texto foi produzido por Amanda Polato – Especial para o UOL Educação

Um bom local de estudos pode deixar as crianças mais dispostas a fazer as lições. É o que sugere o professor de ergonomia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Antônio Renato Pereira Moro.
 
“Muitas vezes a criança não para quieta na cadeira porque está desconfortável”, explica.

Alguns cuidados ajudam a tornar o canto de estudos adequado à faixa etária do filho e com menos chance de causar problemas de má postura.
É importante prestar atenção ao mobiliário. Se o móvel for mal projetado, induzirá à má postura. Se a mesa for muito baixa, a pessoa é forçada a se debruçar. Se muito alta, o braço fica mais afastado do tronco, tencionando os músculos da escápula (osso que compõe a articulação do ombro).

Para fazer lição de casa, o ideal é uma mesa com tampo regulável (levemente levantado a 10º). “Cada grau que ele é levantado corresponde a um grau a menos que a coluna tem de se inclinar”, comenta o ergonomista. A altura da mesa deve ser igual à do antebraço, quando o cotovelo está dobrado a 90º.

A fisioterapeuta Flora Maria Gomide Vezza, da Universidade Metodista de São Paulo, lembra que a profundidade da mesa deve ser suficiente para servir de apoio aos antebraços. Isso é importante para descarregar o peso dos braços e pescoço. “Não se deve ficar só com os punhos apoiados para escrever ou digitar. Isso pode causar uma série de distúrbios”, alerta.

Escolher uma cadeira regulável é uma boa saída – ela poderá acompanhar o crescimento da criança. Segundo Vezza, os pés têm de ficar bem apoiados no chão e o assento não pode ser muito profundo.

“Se o joelho bate no assento, a criança joga o bumbum para frente e fica em uma posição que sobrecarrega demais as estruturas da coluna e acentua o esforço dos músculos do pescoço”, explica. O assento da cadeira depende muito do que cada um considera confortável, mas os especialistas sugerem o revestimento de espuma, que ajuda a distribuir o peso do corpo.

É essencial que a região lombar fique bem apoiada no encosto. Não adianta ficar muito no alto, porque não é a região que mais precisa de apoio.

Alguns cuidados para quem usa computador também são importantes. Segundo Vezza e Moro, o topo do monitor deve ficar na altura dos olhos. É melhor olhar um pouco mais para baixo do que para cima. Vezza sugere que as crianças aprendam a não depender tanto do mouse: “Ele é prejudicial porque exige muita precisão de movimentos e essa estabilidade é conseguida à custa de muito esforço muscular”.
Os especialistas são unânimes ao dizer que o corpo precisa de equilíbrio e variação de movimentos. Qualquer atividade que tensione apenas uma parte do corpo é ruim.

Para organizar bem o momento de fazer lição de casa, os pais podem combinar com as crianças para intercalar posições sentadas e de pé e horário de estudos com atividades físicas.

FÉRIAS combinam com LEITURA

 

Foto: Revista Crescer

Os dias de folga e todo tempo livre das férias podem se tornar ainda mais agradáveis e divertidos na companhia de boas histórias.

Quem  tem criança em casa desfrutando do merecido descanso das férias, sabe bem quanta criatividade é preciso ter para proporcionar momentos de lazer e diverti-las nesses tempos de apelos virtuais, com tantos games, internet e progamas de TV.

E que tal dedicar alguns momentos do dia para ler junto com as crianças?

Revisitar as histórias preferidas delas, é uma boa dica para fazer valer o tempo livre. Quem não tem uma biblioteca em casa, pode começar presenteando as crianças com livros novos.

Quem já tem, pode reler junto, redescobrir novas surpesas nas já conhecidas tramas.

Fazer o reconto de uma história tradicional ou mesmo brincar de inventar histórias, tudo pode ser muito divertido se compartilhado com espontaneidade e alegria.

E, acredite, não existem regras quando o assunto é leitura. Só é preciso ter boa vontade e começar.

Estimule as crianças a dividir o tempo com atividades recreativas, brincadeiras virtuais, reais, mas também com momentos dedicados ao prazer de ler.

Visite livrarias na companhia delas, deixe que conheçam novas formas textuais, tenham acesso a revistas, quadrinhos, que vivenciem a leitura como algo prazeroso e presente em seu cotidiano.

Sempre que sobrar energia e disposição, leia para suas crianças. Tenha certeza que as lembranças das férias serão ainda mais gratificantes com o colorido de belas histórias.