Brincando de Ler: 2º ano

Quem disse que livro não pode ser um brinquedo? 

Muito além das páginas ilustradas, histórias ganharam vida nessa animada contação interativa que contou com a participação de turmas do 2ºano da Tarde

A oficina Arca de Histórias convidou os alunos a uma viagem por fábulas e aventuras dos personagens de livros das autoras Claudia Lins e Simone Cavalcante.

Os alunos mergulharam com o marujo Ventania que navega pelos sete mares em busca de desafios e tesouros. Seguiram as pistas do mapa traduzido por um índio canibal, ajudaram a decifrar o enigma da garrafa encantada que veio junto com o mapa, saltaram obstáculos e escorregaram pela cauda do dragão, abriram a caixa de Pandora, até avistar no fundo do oceano o baú do tesouro que trazia dentro uma preciosidade que dinheiro algum pode comprar…

Lendo as cartas do Lobo

Com a princesa MEL, que mora lá no Reino de BILINGUINDONE, eles descobriram um lugar diferente, onde existe som de farra e a Hora do Riso. Para ajudar a princesa a encontrar o Gato Precioso e desfazer o feitiço da rainha Vermelha, as tumas passearam pelo Bosque das Maravilhas, viajaram nas bolhas de sabão até o Reino das Fábulas, encontraram personagens como a Dona Baratinha e o Lobo Juvenal, que distribuiu cartas para todos os alunos. Ao final, todos ajudaram a princesa a chegar no Ateliê de Costura da Dona Aranha Bordadeira, que apesar de ocupada, costurando vestidos para as princesas, deu uma ajudinha para MEL desfazer o feitiço e recuperar seu gato.

Leia algumas cartas que os leitores receberam!!!

Minha amiga Dona Baratinha

Aqui no Reino das Fábulas ando muito ocupado entregando cartas e lendo histórias para os Três Porquinhos.  Mas não faltarei ao seu casamento com o Gafanhoto Gilberto. Abraços na Chapeuzinho Vermelho e lembranças aos Sete Cabritinhos!  Do seu amigo: Lobo Juvenal

Sua Majestade, a princesa MEL

Foi muito bom visitar o Reino de BILINGUINDONE! Brinquei bastante com o Gato Pecioso, escorreguei nas nuvens de algodão doce junto com o DRAGÃO…  Adorei a Terra do Tudo Pode e também me diverti muito no casamento da Dona Baratinha. Mas agora tenho que voltar, pois meus amigos Três Porquinhos precisam de minha ajuda para ler histórias na Biblioteca da Floresta.   Te espero no Reino das Fábulas!  Lobo Juvenal

Brincadeiras e Movimento 

Depois da rápida viagem pelos sete mares e florestas das fábulas, as turmas brincaram de ritmar parlendas com a personagem Marina Traquina. Falaram no telefone sem fio e mergulharam no caldeirão colorido da sopa de BOB, o do País das Verdurinhas.

A proposta da oficina era que as crianças brincassem e participassem das histórias contadas e para que isso acontecesse, meninos e meninas juntos, foram divididos em grupos. Cada grupo fantasiou o momento de preparo da sopa. Descascaram e cortaram legumes, fizeram sons do cozimento no caldeirão e ao final se deliciaram com a saborosa brincadeira.

Os autores Simone Cavalcante, Tiago Amaral e Claudia Lins, do Selo Passarada de Literatura Infanto-Juvenil, participam da programação do Abril Literário Espaço Educar, evento que reúne de 04 a 15 de abril, atividades interativas na Biblioteca Educar, oficinas de contação de histórias, encontros com autores, oficinas de ilustração, bate-papo sobre livros e histórias, oficinas artísticas de construção de brinquedos artesanais no ateliê da professora Maria, contação de histórias pelas professoras da Educação Infantil, caldeirão sonoro de histórias e oficinas de musicalização com as professoras Ezra e Cris Sanches.

Ao final das oficinas, as crianças participam do sorteio de livros Os Seredos da Mata e CDs Audiolivros da Coleção Letras e Sons, em mp3, publicações do Selo Passarada, patrocinadas pela Braskem.

A história do Menino Princesa

Mãe norte-americana transforma história do filho que gosta de se vestir de rosa em livro infantil

*Site Crescer

Dyson gosta de correr, subir em árvores e jogar bola. Parece um típico menino de 5 anos. A diferença é que ele faz tudo isso usando um vestido. E nas brincadeiras de conto de fadas, ele sempre quer ser a princesa. À primeira vista é difícil imaginar como um menino assim pode ser feliz em nossa sociedade. Mas a mãe de Dyson, a norte-americana Cheryl Kilodavis, garante que sim. Para compartilhar com o mundo sua luta para que filho seja aceito e amado pelo que é, ela transformou essa história em um livro infantil. Assim nasceu My Princess Boy (ou Meu Menino Princesa, em tradução livre, sem previsão de chegada ao Brasil), lançado nos Estados Unidos no final do ano passado, que retrata a realidade de Dyson Kilodavis, um menino que desde cedo desenvolveu uma preferência por roupas e brinquedos tradicionalmente de menina. “Decidi escrevê-lo inicialmente para explicar a singularidade do meu filho aos seus professores e colegas de escola”, conta Cheryl Kilodavis. “O livro ganhou tanto destaque que deixou de ser uma mensagem só para eles e se transformou num movimento de aceitação para toda criança que alguma vez se sentiu rejeitada ou não compreendida por ser diferente”.

Tudo começou quando Dyson tinha apenas 2 anos. Um dia, ao chegar à creche para buscá-lo, Cheryl o encontrou vestido de princesa. A cena se repetiu nos dias seguintes, e o que muitos chamavam de “apenas uma fase” acabou nunca passando. “Tentamos seguir o conselho dos amigos: redirecionar”, conta Cheryl. Nada parecia funcionar até que seu filho mais velho, de então 5 anos, se manifestou: “Por que você não o deixa ser feliz?”. Foi então que surgiu a idéia de transformar em livro as anotações do seu diário. My Princess Boy foi um sucesso tão grande nos Estados Unidos que depois de apenas alguns meses de venda a editora, que não divulga o número exato das vendas, já agendou uma segunda tiragem. Segundo a autora, 98% dos muitos comentários recebidos de leitores têm sido positivos. E para ela, até o pequeno número de comentários negativos acaba também contribuindo para um diálogo construtivo sobre o problema.

My Princess Boy será apresentado na Feira do Livro Infantil de Bolonha, o maior evento internacional na área de livros e multimídia infantil, que acontece na cidade italiana na última semana de março. Segundo a editora responsável pelo livro nos Estados Unidos, há grande probabilidade de que os direitos de publicação sejam ali vendidos a editoras de outros países, fazendo com que o livro chegue a pais e crianças de todo o mundo.

Veja entrevista publicada no site da Revista Crescer com a autora!

Segundo especialistas, grande parte dos meninos nessa idade passa por uma fase de interesse por roupas e brinquedos tradicionalmente voltados para meninas. O que a fez pensar que o caso de Dyson era diferente?

Cheryl Kilodavis: Dyson tem demonstrado interesse por coisas bonitas e por roupas e brinquedos tradicionalmente de menina desde os 2 anos de idade. Agora com 5, Dyson continua a ser um menino feliz e saudável, que gosta de cor-de-rosa e usa vestidos. Foi ele quem criou a expressão “menino-princesa”. Pode ser que ele esteja apenas passando por uma longa fase de interesse por brinquedos e roupas de menina, mas o ponto comum que eu observo é sua criatividade e sua paixão por tudo o que é brilhante e bonito.

Como você ponderou as possíveis consequências que a publicação do livro poderia ter na vida da sua família e, sobretudo, na de Dyson?

C.K.: A decisão de publicar My Princess Boy não foi fácil. Na verdade, discutimos essa questão em família por um ano. Consultamos nosso pediatra e visitamos psicólogos e psiquiatras para entender o que poderia estar acontecendo. Os médicos nos disseram que Dyson é um menino saudável que, por acaso, gosta de cor-de-rosa. Eles nos aconselharam a não encorajar demais e nem reprimir demais esse comportamento: apenas aceitá-lo. Então fomos procurar um livro sobre o assunto. Não encontramos nenhum. Depois de muito tempo dizendo a professores, monitores e pais dos seus amiguinhos que eu queria que meu filho fosse apoiado em sua preferência por coisas tradicionalmente de menina (escolha do cor-de-rosa ou desejo de ser a princesa e não o cavaleiro da história), decidi transformar o meu diário em um pequeno livro. Imprimi um protótipo em uma gráfica local e passei a usá-lo como ferramenta para explicar como a exclusão machuca e que mesmo um nível básico de aceitação pode mudar vidas.

Alguma vez você se arrependeu de sua decisão?

C.K.: Não temos nenhum arrependimento até o momento. Como diz meu marido: “Não há como perder”. Se apoiamos Dyson hoje e mais tarde ele muda de ideia e para de se vestir como menina, ele pode olhar para o passado e dizer: “Não acredito que eu fiz isso um dia, mas que bom que meus pais e meu irmão me apoiaram e sempre me amaram”. Ou, se ele continuar a ser como é, poderá dizer: “Que bom que meus pais e meu irmão me apoiaram e me amaram desde pequeno, quando eu já gostava de me vestir como menina”. A questão é a felicidade de uma criança, e se essa ferramenta funcionou para mim e para a minha família, eu achei que poderia funcionar para outros também.

Como Dyson encara a atenção que vocês têm recebido desde a publicação do livro?

C.K.: Dyson é um menino desinibido e seguro. Ele fala do livro para todo mundo e gosta da atenção que recebe. No entanto, meu marido e eu tentamos contrabalançar a atenção da imprensa, mantendo Dyson e seu irmão focados em suas experiências diárias. Dyson é como qualquer criança e sua vida social é como a de qualquer menino de 5 anos. Seus amigos o aceitam como ele é, com ou sem um vestido.

Como a escola e os pais dos colegas de Dyson encararam sua iniciativa em publicar o livro?

C.K.: A professora de Dyson foi fundamental no apoio que tanto ele quanto o livro receberam da escola. Esse apoio começou quando compartilhei com ela o protótipo do livro. Ela imediatamente disse que precisaria compartilhá-lo também com a classe, para que a aceitação ocorresse também entre as crianças. Os alunos falaram sobre o livro com seus pais, os quais começaram a pedir uma cópia. Logo os amigos dos amigos também passaram a pedir uma cópia, por conhecerem alguém que também estava vivendo essa experiência.

Qual o seu conselho para pais que têm em casa um menino-princesa? E o que você diz para os pais que condenam sua iniciativa?

C.K.: Cada criança é diferente. Cada situação é diferente. O que eu posso recomendar é que cada família procure se informar sobre sua situação específica. Nossa jornada começou com meu marido e eu discutindo abertamente nossas ideias e sentimentos sobre esse desafio, pesquisando sobre o assunto, buscando nos aliar a professores, administradores, médicos, familiares, amigos, e qualquer outra pessoa que passasse algum tempo com Dyson. Como diz um provérbio africano: “É preciso uma aldeia inteira para se educar uma criança”.

Nós sabíamos que haveria reações negativas. Mas precisávamos que nosso filho fosse aceito além das fronteiras de nossa família. Precisávamos que ele fosse feliz fora de casa, tanto quanto o era dentro dela.

Como você vê o seu futuro, o da sua família e o do debate iniciado por My Princess Boy, agora que o livro alcançou fama internacional?

C.K.: A atenção e o apoio internacional têm sido extremamente positivos. Estou surpresa com a quantidade de meninos-princesa, pessoas que conhecem um menino-princesa, e pais que têm ou tiveram um menino-princesa. É maravilhoso saber que não estamos sós. Isso prova que, embora estejamos separados pela distância, estamos conectados por um objetivo comum de apoiar nossas crianças como são. Dedico-me a valorizar o tempo que tenho para guiar meus filhos para que sejam o melhor que possam ser. Acredito que o futuro é promissor para todas as nossas crianças se nós, adultos, pudermos continuar a crescer e aprender como apoiá-los e encorajar suas escolhas para uma vida feliz. My Princess Boy foi criado para iniciar e dar continuidade a uma discussão sobre amizade incondicional, e ensina crianças – e adultos – como aceitar e apoiar as pessoas como elas são.

My Princess Boy, lançado em 2010, da norte-americana Cheryl Kilodavis, conta a história de um menino saudável e feliz que gosta de se vestir de cor de rosa e de outras brincadeiras tradicionalmente de meninas. O texto é baseado na vida do filho da autora
  

 

Ler por prazer e para aprender

Veja o que a Blitz da Leitura descobriu essa semana flagrando dicas de livros legais dadas por quem adora ler!!!

A professora auxiliar do Jardim II, Geyla Carla dos Santos, estava descontraída na Biblioteca Educar, em seu momento de relax quando foi clicada por nossas lentes. O motivo do sorriso é a divertida história que leu para a turminha na roda de leitura.

Que livro tão divertido é esse?

Geyla: A Ovelha Rosa da dona Rosa é o título da história escrita por Donaldo Buchweitz, com desenhos muito legais, feitos por Lie Kobayashi. O livro fala de uma ovelinha que recebe por acidente um banho de tinta rosa e começa a se sentir  diferente dos outros animais, já que ninguém na fazenda era cor de rosa e, por mais que ela tente, nenhuma água consegue tirar a tinta. Acontece que a dona da fazenda adora essa cor e acha que a ovelinha ficou linda, mas as outras ovelhas riem dela e a bichinha vai se isolando do grupo, até que um dia conhece a dona Galinha…

E o que acontece?

Geyla: Só posso dizer que dona Galinha vai dar uma bela demonstação de amizade a amiga Ovelinha. A turma adorou essa história! Com ela aprendemos a importância de aceitarmos os amigos como eles são e de conviver com os diferentes. É uma lição de aceitação e amizade.

Literatura para uma cuca legal!

Encontrar seu José na portaria de nossa escola sempre lendo um novo livro, não é novidade! Mas é sempre encantador perceber alguém como ele, que considera o livro um amigo inseparável, companheiro de todos os momentos.

 Do que fala esse livro que o senhor está lendo?

Seu José: Fala sobre as leis mentais que transformam a medicina. A Medicina, que, leva em consideração apenas os tratamentos e seus efeitos no corpo do paciente acabou revelando suas limitações e nos últimos anos vem merecendo atenção os estudos sobre a relação mútua entre o espiríto e o corpo e sua aplicação prática. Então o livro explica sobre essas leis mentais de cura das doenças que transcendem a medicina. Ele ainda explica que você é dono de si próprio, tendo o dominio sobre sua mente, você pode promover a própria saúde física.

Que mensagem te deixa este tipo de leitura?

Seu José: Que o sentimento de união com Deus é a força mais poderosa para expulsar os pensamentos autodestrutivos do subconsciente.

Livro: Você pode Curar a si mesmo

 Autor: Moraharu Toniguchi – Editado pela Seicho-no-ie do Brasil

 

Loucos por Gibis

A Blitz da leitura dessa vez surpreendeu leitores na gibiteca, cantinho dedicado os fãs dos gibis, na Biblioteca Educar.

As amigas Giulia Marques e Maria Lila Vilaça, 05 anos, alunas do 1º ano B, adoram conferir as novidades da gibiteca. “Gosto de ler gibis, porque eles vem sempre com histórias muito legais“, explica Maria Lila.

Os gibis também são os livros preferidos de João Pedro Aragão, 09 anos,  aluno do 5º ano A. “Gosto desse tipo de leitura porque são livros fáceis, com várias histórias e os personagens da Turma da Mônica estão sempre envolvidos em várias aventuras”, diz João Pedro.

A preferência dos alunos do Ensino Fundamental pelos gibis é uma prova de que esses livros não atraem apenas leitores iniciantes.  Leiam a dica dada por João Pedro, enquanto se divertia na biblioteca conferindo um gibi do Cascão. 

Que história você está lendo?

João Pedro:    A Velha Piada dos Pinguins.

O que conta esse gibi?

João Pedro: Nessa história o Cascão se diverte imaginando as cenas das piadas contadas pelos pinguins. É muito divertido!

Porque ler é bom demais!

 

 

Luca Campana, 6 anos, aluno do 2º ano, adora ler histórias de aventura e se diverte descobrindo as ilustrações em terceira dimensão dos livros de ciências. “Estou aprendendo como é a aranha por dentro. Já li o livro do sapo e foi muito divertido. Esse da aranha é cheio de figuras legais“.  Livro: Por dentro da Tarântula – Autor: David George Gordon – Editora Girassol – Disponível no acervo da Biblioteca Educar 

   

De quem será esse OVO ?  

 

“Esse livro conta a história de duas galinhas que brigam por um ovo vermelho e o outro marrom. Elas discutem porque uma pensa que o ovo é de uma e a outra pensa que é da outra. Então elas brigam até que nascem dois pintinhos, um de cada cor, e eles ficam amigos”…  

Ovo meu, será seu? – Autora: Lêda Aristides – Editora Scipione – *Acervo Biblioteca Educar 

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Carla Vanessa, professora do Maternal II D

Seguindo a psicologia de JESUS 

Na linha da inteligência emocional, esse livro fala sobre como Jesus Cristo lidava com diferentes pessoas e temperamentos e como podemos nos inspirar nesse equilibio para os nossos relacionamentos cotidianos. Baseado nos relatos de pacientes, o autor fala sobre problemas familiares e conjugais que podem ser enfrentados seguindo o exemplo de Jesus, a partir das experiências vivenciadas por ELE durante seu ministério da Terra”  – Livro: JESUS, o maior psicólogo que já existiu – Autor: Mark Baker – Editora Sextante

Falando a LINGUAGEM DO AMOR

 

A nutricionista Vanessa Freitas e seu livro de cabeceira
“Inspirado em fatos reais e em relatos que se passaram durante as sessões de terapia de casais, o médico psiquiatra Gary CHAPMAN  fala sobre as situações vividas por homens e mulheres na busca incessante por compreender a forma de amar um do outro. O autor também fala de temas como relações familiares, conflitos na relação homem e mulher, contrariando a teoria de que o amor tem uma linguagem  universal. Ao falar das cinco linguagens do amor, o autor demonstra que as pessoas expressam e recebem manifestações de AMOR de diferentes maneiras”.  Livro: As cinco Linguagens do Amor – Autor:  Gary CHAPMAN 
 
 
Pais e professores, o desafio de educar
Gizelda Ferreira, professora de Informática, busca compreender novas formas de se relacionar com seus alunos e os filhos que pretende ter, lendo livros de autoconhecimento. “Augusto Cury nos fala sobre a importância de dar limites, analisando o modelo de educação que tiveram nossos pais e  como as atuais gerações se comportam hoje. Segundo o autor, pais e professores brilhantes são semeadores de idéias e não controladores dos filhos. Ninguém se diploma na tarefa de educar, aprende educando. A vida é uma grande escola que pouco ensina aos que não sabem ler a realidade que os cerca. Professores fascinantes devem formar pensadores que são autores da sua história. Devem multiplicar homens que pensam em nossa realidade. Eles transformam a informação em conhecimento” – Livro: Pais Brilhantes, professores fascinantes – Autor: Augusto Cury – Editora Sextante
 
Kelly Patrícia Brito, secretária, aproveita o tempo livre do intervalo do almoço para visitar a Biblioteca Educar.
Kelly no intervalo da leituraNa bolsa, traz sempre um bom livro para poder viajar enquanto desfruta dos momentos de descanso.
“Estou lendo Quando Chegar a Horaromance espírita de Zíbia Gasparetto. Por enquanto ainda estou no 9º capítulo, mas a história é muito interessante.  O livro fala de um menino, Eurico, que os pais pensam ser doente, mas que na verdade sofre de ansiedade e outros distúrbios causados por conflitos espirituais. Para ajudar essa criança a se curar, a família dele muda para uma cidade do interior, buscando um maior contato com a natureza. Vivendo num casarão assombrado pelo espírito atormentado de um coronel, Eurico descobre a amizade de um outro menino serviçal. Dessa convivência aprenderá a importância do afeto e novos valores como a confiança, o carinho e  o amor”. – Livro: Quando Chegar a Hora – Autora: Zíbia Gasparetto 

 

 

 

 

O que eles andam lendo?

Todos os dias um bom motivo para ler e descobrir coisas novas. Basta visitar a Biblioteca Educar para perceber a infinidade de títulos disponíveis para leitores de todas as séries e idades. O local é  bastante frequentado também por funcionários da escola. 

Enquanto produzíamos essa reportagem, flagramos a secretária Kelly Patrícia desfrutando o intervalo de almoço na companhia de um bom livro. No mesmo espaço, o aluno do 2º ano, Luca Campana, descobria curioso páginas de um livro em terceira dimensão, Emília França e as colegas do 1º ano, escolhiam títulos para ler juntas, e outros leitores curiosos exploravam prateleiras.

Com toda essa onda literária nasceu a sessão Poque ler é bom demais, que a partir de agora estará revelando dicas legais de leitura dadas por quem gosta de ler. 

Kelly Patrícia, leitura no intervalo
A nutricionista Vanessa Freitas

Percorrendo os mais diversos ambientes da escola fomos descobrindo os livros e histórias que estão no pensamento de alguns leitores.

As primeiras dicas de leitura surgerem um passeio por gênergos diversos que vão da literatura infantil,  de autoconhecimento, romance  e  comportamento.

Colaboraram para a primeira sessão: Kelly Patrícia da secretaria, a nutricionista Vanessa Freitas, Carla Vanessa, educadora do Maternal II, os alunos Luca Campana e Emília França e Gizelda Ferreira, professora de Informática.

Luca Campana, de seis anos
A educadora Carla Vanessa

Aproveite para conferir o que nossas crianças, educadores e colaboradores andam lendo por aí!

CLIQUE aqui e leia as dicas de leitura de nossos alunos, educadores e colaboradores!

 

ESPECIAL VOLTA ÀS AULAS: cantinho para estudar

Este texto foi produzido por Amanda Polato – Especial para o UOL Educação

Um bom local de estudos pode deixar as crianças mais dispostas a fazer as lições. É o que sugere o professor de ergonomia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Antônio Renato Pereira Moro.
 
“Muitas vezes a criança não para quieta na cadeira porque está desconfortável”, explica.

Alguns cuidados ajudam a tornar o canto de estudos adequado à faixa etária do filho e com menos chance de causar problemas de má postura.
É importante prestar atenção ao mobiliário. Se o móvel for mal projetado, induzirá à má postura. Se a mesa for muito baixa, a pessoa é forçada a se debruçar. Se muito alta, o braço fica mais afastado do tronco, tencionando os músculos da escápula (osso que compõe a articulação do ombro).

Para fazer lição de casa, o ideal é uma mesa com tampo regulável (levemente levantado a 10º). “Cada grau que ele é levantado corresponde a um grau a menos que a coluna tem de se inclinar”, comenta o ergonomista. A altura da mesa deve ser igual à do antebraço, quando o cotovelo está dobrado a 90º.

A fisioterapeuta Flora Maria Gomide Vezza, da Universidade Metodista de São Paulo, lembra que a profundidade da mesa deve ser suficiente para servir de apoio aos antebraços. Isso é importante para descarregar o peso dos braços e pescoço. “Não se deve ficar só com os punhos apoiados para escrever ou digitar. Isso pode causar uma série de distúrbios”, alerta.

Escolher uma cadeira regulável é uma boa saída – ela poderá acompanhar o crescimento da criança. Segundo Vezza, os pés têm de ficar bem apoiados no chão e o assento não pode ser muito profundo.

“Se o joelho bate no assento, a criança joga o bumbum para frente e fica em uma posição que sobrecarrega demais as estruturas da coluna e acentua o esforço dos músculos do pescoço”, explica. O assento da cadeira depende muito do que cada um considera confortável, mas os especialistas sugerem o revestimento de espuma, que ajuda a distribuir o peso do corpo.

É essencial que a região lombar fique bem apoiada no encosto. Não adianta ficar muito no alto, porque não é a região que mais precisa de apoio.

Alguns cuidados para quem usa computador também são importantes. Segundo Vezza e Moro, o topo do monitor deve ficar na altura dos olhos. É melhor olhar um pouco mais para baixo do que para cima. Vezza sugere que as crianças aprendam a não depender tanto do mouse: “Ele é prejudicial porque exige muita precisão de movimentos e essa estabilidade é conseguida à custa de muito esforço muscular”.
Os especialistas são unânimes ao dizer que o corpo precisa de equilíbrio e variação de movimentos. Qualquer atividade que tensione apenas uma parte do corpo é ruim.

Para organizar bem o momento de fazer lição de casa, os pais podem combinar com as crianças para intercalar posições sentadas e de pé e horário de estudos com atividades físicas.

FÉRIAS combinam com LEITURA

 

Foto: Revista Crescer

Os dias de folga e todo tempo livre das férias podem se tornar ainda mais agradáveis e divertidos na companhia de boas histórias.

Quem  tem criança em casa desfrutando do merecido descanso das férias, sabe bem quanta criatividade é preciso ter para proporcionar momentos de lazer e diverti-las nesses tempos de apelos virtuais, com tantos games, internet e progamas de TV.

E que tal dedicar alguns momentos do dia para ler junto com as crianças?

Revisitar as histórias preferidas delas, é uma boa dica para fazer valer o tempo livre. Quem não tem uma biblioteca em casa, pode começar presenteando as crianças com livros novos.

Quem já tem, pode reler junto, redescobrir novas surpesas nas já conhecidas tramas.

Fazer o reconto de uma história tradicional ou mesmo brincar de inventar histórias, tudo pode ser muito divertido se compartilhado com espontaneidade e alegria.

E, acredite, não existem regras quando o assunto é leitura. Só é preciso ter boa vontade e começar.

Estimule as crianças a dividir o tempo com atividades recreativas, brincadeiras virtuais, reais, mas também com momentos dedicados ao prazer de ler.

Visite livrarias na companhia delas, deixe que conheçam novas formas textuais, tenham acesso a revistas, quadrinhos, que vivenciem a leitura como algo prazeroso e presente em seu cotidiano.

Sempre que sobrar energia e disposição, leia para suas crianças. Tenha certeza que as lembranças das férias serão ainda mais gratificantes com o colorido de belas histórias.

A Encantadora de Palavras Lenice Gomes

Ela viaja o Brasil revelando as mágicas possibilidades que o universo da literatura pode oferecer a educadores e estudantes. A pernambucana Lenice Gomes, autora de mais de 30 livros infanto-juvenis, publicados pelas mais importantes editoras do país, estará em Maceió promovendo oficinas e participando de encontros e rodas de conversa com professores e alunos.

Na noite desta terça-feira (05), às 18he30min, a escritora realizará uma oficina literária para professoras de nossa escola. No encontro marcado com as educadoras Espaço Educar, Lenice realizará a oficina: Contar Histórias na Sala de Aula.

Autora tem livros premiados pela FNLJ e Jabuti de Leitura

Mestre em Literatura, com vários livros que receberam o Selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro e Leitura (FNLJ), Lenice Gomes encanta milhares de leitores em todo país.

Entre seus livros mais conhecidos e premiados estão: Pererêêê Pororóóó, editora DCL, considerada obra do acervo básico – FNLIJ/2006, incluída no catálogo da Feira de Bolonha do mesmo ano, e escolhido pelo jornal Folha de São Paulo no ano passado, como livro infanto-juvenil que não pode faltar na biblioteca de todo educador ou criança.

Outro título da autora, o livro Brincando de Advinhas, publicado pela editora Paulinas, recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jabuti 2004 , na categoria Ilustração de livro Infantil ou juvenil; além de ter sido classificado como Altamente Recomendável pela FNLIJ/2004 e está incluído no Plano Nacional do Livro Didático, PNLD/2005.

Oficinas reverenciam cultura popular e oralidade

Em Maceió a convite dos programas Cidadania e Justiça na Escola do Tribunal de Justiça de Alagoas e Esmal Cultural, da Escola Superior da Magistratura (Esmal), a autora pernambucana promete cumprir um ritual que repete em toda cidade por onde passa. Despertar as pessoas para a valorização de sua cultura e seus saberes. “Vamos mergulhar em vivências lúdicas e práticas envolvendo os participantes numa teia poética como caminhos da imaginação para as histórias que nos cercam, permitindo assim um encontro do educador com o seu tempo interior, no interior da sua sala”, explica a pesquisadora de cultura popular e contadora de histórias.

Nas “rodas de contação”, como a autora costuma chamar todos os momentos de bate-papo com educadores, são destacados aspectos como a importância do professor para a formação de leitores e para despertar nas crianças o gosto e o fascínio pela leitura. Lenice promete repetir o mesmo entusiasmo nas contações envolvendo estudantes. “Meu desejo é brincar com as palavras por meio de suas mais diversas manifestações: parlendas, adivinhas, trava-línguas, cantigas, histórias sem fim e brincadeiras que marcam esse encontro com as crianças numa celebração poética à língua que elege o narrador de histórias como guardião das palavras”, traduz.

Natural de Japi, no agreste pernambucano, professora de História e especialista em Literatura Infanto-Juvenil, Lenice atua como conselheira do Programa Conta Brasil em Pernambuco, e coordena uma companhia de Contadores de Histórias no Recife, chamada Cia das Palavras Andarilhas, organizadora do PROJETO NOITE DE HISTÓRIAS , que reúne contadores, escritores, atores e arte-educadores, uma quinta-feira por mês, no Teatro Joaquim Cardozo. O projeto foi criado para celebrar a arte de contar histórias. A escritora também participa junto com a produtora cultural Benita Pietro, debatedora do programa Sem Censura da TV Educativa, da coordenação do movimento Simpósio Nacional de Contadores de Histórias, evento realizado no circuito RJ e Minas Gerais. É representante da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEI – LIJ) em Pernambuco, e realiza cursos, palestras e encontros por todo Brasil.

História na Sala

A turminha do Maternal I da tia Jane se divertiu enquanto dramatizava a história: Branca de Neve e os sete anões. O mesmo enredo foi encenado pelas crianças das turmas da manhã e da tarde, que interpretaram os personagens com muita espontaneidade. Primeiro a historia foi contada pelas tias Jane e Adriana e depois foi combinado com as turmas que todos os alunos participariam da dramatização, momentos compartilhados com muita alegria e um gostinho de quero mais. VEJA FOTOS do Maternal I

A RATINHA DO CAMPO E A RATINHA DA CIDADE

Enquanto as professoras dramatizaram a história: A Ratinha do Campo e a Ratinha da Cidade, a turminha do Maternal I aproveitava para participar das aventuras das personagens. As educadoras encenaram a fábula vestidas de ratinhas e também convidaram a turma para participar do chá junto com as personagens. O momento de contação de histórias faz parte das atividades trabalhadas nos projetos de leitura, possibilitando assim que as crianças desenvolvam o gosto e o prazer pelo ato de ler. CLIQUE AQUI PARA VER FOTOS DA AULA!