Era Uma Vez: Viola no Saco

Fábula recontada por Tatiana Belinky, ilustrada por Rogério Borges, especial para site Nova Escola

Vocês sabem por que quando alguém perde uma discussão, ou coisa assim, e tem de se calar, se diz que “fulano meteu a viola no saco”? Pois eu vou contar.

Há muito tempo, quando os bichos falavam e muitas coisas eram diferentes, havia muita festança no mundo. Um dia houve uma festa no céu e todos os bichos foram convidados. Entre eles, um dos mais esperados era o Urubu, porque as danças dependiam das músicas que ele tocava na viola.

No dia da festa, o Urubu enfiou sua viola no saco e, antes de iniciar a viagem, foi beber água na lagoa. Lá encontrou o Sapo Cururu, que se secava ao sol. Enquanto o Urubu bebia, o espertalhão do Cururu, que também queria ir à festa, se escondeu dentro da viola para viajar de carona.

Quando o Urubu chegou ao céu, foi muito bem recebido, pois todos esperavam por ele para começar a dançar o cateretê e a quadrilha. Mas antes o chamaram para beber umas e outras.

O Urubu foi, deixando a viola encostada num canto. O Cururu aproveitou para pular da viola sem ser visto e foi se empanturrar com os quitutes da festa. O Urubu também comeu e bebeu até não poder mais e não viu que o Cururu, aproveitando uma distração sua, se escondera de novo dentro da viola para tornar a tirar uma carona na volta para a terra.

Quando chegou a hora de voltar, o Urubu guardou a viola no saco e saiu voando de volta para casa. Durante o vôo, estranhou que a viola estivesse tão pesada. “Na vinda foi fácil, mas na volta está difícil. Será que fiquei fraco de tanto comer e beber?”, pensou ele. Por via das dúvidas, examinou o saco com a viola e acabou descobrindo o malandro do Sapo Cururu agachado lá dentro. Furioso por ser usado desse jeito, o Urubu começou a sacudir o saco com a viola, para despejar o Cururu lá do alto e se ver livre dele.

O Cururu, com medo de se esborrachar no chão pedregoso lá em baixo, recorreu à sua proverbial esperteza e começou a gritar: “Urubu, Urubu, me jogue sobre uma pedra, não me jogue na água, que eu morro afogado!”.

O Urubu, tolo, querendo se vingar do Sapo, viu lá de cima uma lagoa e tratou logo de despejar o Sapo dentro d’água, que era pra ele se afogar. O espertalhão do Cururu, que só queria era isso mesmo, saiu nadando, feliz da vida. O bobão do Urubu só não ficou “a ver navios” porque não havia navios naquela lagoa. E é por isso que, quando alguém perde a partida e tem de sair quieto e calado, dizem que “fulano teve de meter a viola no saco”…

Literatura Infantil:30 motivos para ler

Saiu a tão esperada lista da Revista Crescer com indicações dos 30 títulos do ano!

Pelo sexto ano consecutivo, a revista escolhe as obras infantis mais legais, selecionadas por idade. No link Livros para uma Cuca Bacana, é possível conferir trechos dos livros e a biografia dos autores, além de uma animação gráfica que revela imagens reais das histórias.

Para ler: clique aqui!

Para ler Lobato

Texto: Site da Revista Nova Escola

Ele foi o pioneiro da Literatura Infantil Brasileira

Nenhum autor é tão representativo da literatura infantil brasileira do século 20 quanto Monteiro Lobato. Seu primeiro livro para crianças, A Menina do Narizinho Arrebitado, foi publicado em 1920 e, desde então, sua fantasia já atravessou décadas e segue para a terceira geração de leitores, em várias re-edições e até adaptações para a televisão, do mundo hiperrealístico do Sítio do Pica-pau Amarelo.

Nesse lugar fantástico acontecem as aventuras de Narizinho e Pedrinho na companhia de Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho que era um sábio, Emília, uma boneca de pano falante, Quindim, um rinoceronte domesticado e Rabicó, um porco com título de marquês. Tudo sob a tutela de uma ama negra superprotetora, Tia Nastácia, e de Dona Benta, a avó das crianças. Vislumbrado pela literatura infantil mundial, Lobato fez também Peter Pan, Alice, personagens da mitologia e até o Gato Félix passearem pelo Sítio.

Por meio de linhas inventivas ou críticas, o escritor retratou um Brasil cultural e socialmente atrasado e, ao mesmo tempo, deixou-se também levar pela fantasia do imaginário infantil, no qual criou seu maior legado à literatura brasileira: a possibilidade de criar o impossível.

Biografia

Nascido em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba (interior de São Paulo), José Renato Monteiro Lobato – que, mais tarde resolveu mudar sou nome para José Bento Monteiro Lobato – já demonstrava gosto pela leitura e pela escrita desde os tempos de escola, escrevendo para jornaizinhos acadêmicos quando adolescente.

Perdeu o pai aos 15 anos e a mãe, aos 16. Seguindo a vontade do avô, concluiu os estudos e cursou Direito na Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo.

Foi nomeado promotor público na cidade de Areias, no interior do estado, mas não exerceu a função por muito tempo. Após a morte do avô, mudou-se para Buquira (hoje Monteiro Lobato), para morar em uma fazenda que herdara.

Ali iniciou sua projeção como grande escritor. Com base em personagens reais, criou o mundo fantástico do Sítio do Pica-Pau Amarelo e fez a denúncia da exclusão social com artigos para o jornal O Estado de S. Paulo. Esses textos, protagonizados pela figura de Jeca Tatu, formariam seu primeiro livro Urupês, em 1918.

Entediado com a vida na fazenda e sem o rendimento esperado, vendeu a propriedade e comprou a Revista do Brasil, abrindo espaço para novos nomes da literatura mostrarem seu trabalho. Com o grande fluxo de trabalhos, o negócio cresceu e virou editora, mas fechou as portas anos mais tarde, em 1925, devido à crise da indústria nacional e clima político instável da época.

Após um breve período nos Estados Unidos a serviço do governo de Washington Luís, voltou para o Brasil e iniciou uma luta em defesa do petróleo e do ferro com forte cunho nacionalista e crítico ao governo de Getúlio Vargas, o que lhe rendeu três meses na cadeia em 1940, além da apreensão e destruição de algumas obras à venda.

Em meio a um clima político pesado e sob a censura, Monteiro Lobato se aproximou dos comunistas liderados por Luís Carlos Prestes. Foi à Argentina lançar alguma de suas obras e voltou ao país em 1947. Faleceu no ano seguinte, aos 66 anos, vítima de um derrame, deixando como herança mais de 30 livros publicados, uma obra reverenciada até hoje.

Sugestões de Leitura:

Reinações de Narizinho – Primeiro livro de uma série protagonizada pelos personagens do Sítio do Picapau Amarelo. É aqui que Emília, a boneca de pano, ganha vida, enquanto Pedrinho e Narizinho brincam no sítio da avó, Benta. Outros seres também entram nas histórias fantásticas, como o sábio sabugo de milho, o porco marquês e o burro falante. Considerada a obra-prima da série infantil de Monteiro Lobato, Reinações reúne os textos que abrem o mundo do Sítio para as crianças.

O Saci – Neste livro Monteiro Lobato conta a aventura de Pedrinho que, ao jogar uma peneira sobre um redemoinho de vento, captura um saci e o aprisiona em uma garrafa. Em troca de liberdade, o diabinho leva o menino para uma aventura pela mata durante a noite. Pedrinho, então, conhece a Mula-sem-cabeça, o Caipora, o Boitatá e outras figuras mitológicas. Tendo como protagonista uma das figuras mais populares do folclore brasileiro, esta obra mantém as lendas brasileiras no imaginário das crianças de hoje

Memórias de Emília – Para montar um livro de memórias – inventadas, é claro -, a boneca de pano criada por Monteiro Lobato conta com a ajuda do sábio Visconde de Sabugosa, que serve como escriba das aventuras de Emília junto dos personagens do Sítio do Picapau Amarelo. Ela relata ao Visconde histórias desde o seu nascimento, em meio aos retalhos de Tia Nastácia, até episódios fantásticos, que envolvem personagens como o anjinho da asa quebrada, Peter Pan, Popeye e a atriz-mirim Shirley Temple. Um clássico de Lobato, escrito em 1936

Caçadas de Pedrinho– Esta, que é uma das histórias mais conhecidas de Monteiro Lobato, conta a aventura das crianças que adentram as matas do Sítio do Pica-Pau Amarelo em busca da maior onça da região. Mas, depois matá-la, os personagens têm de enfrentar a fúria das outras onças da floresta, usando a criatividade para escapar. A jornada ainda rende um encontro inusitado com um rinoceronte muito manso, que também passa a morar no Sítio.

Culminância dos Jardins

Ao som de músicas como Pacatatu, A pulguinha, O hipopótamo e O sono do Bicho, as turmas do Jardim I, se aparesentaram durante o fechamento de projetos do trimestre. Regidas pela educadora musical Cristiane Sanches, as turmas exibiram todo repertório do Projeto A Bicharia Canta. Os conteúdos desenvolvidos nas aulas de Ciências, atividades do Projeto Gigantes do Mar, também foram apresentados num seminário para pais e familiares. Como lembrança desse projeto, as crianças levaram para casa tubarões feitos de garrafa pet.

Leitura
Murais de desenhos revelaram todo aprendizado construído ao longo do Projeto Contos de Grimm. As crianças também participaram de dramatizações das histórias. Nos corredores da escola, uma exposição com ilustrações feitas pelos alunos atraiu a atenção de todos os visitantes.

Histórias como Rumpelstichem, o Gato de Botas, Os músicos de Bremem, O Princípe Rã e Henrique de Ferro, foram ilustradas pelos alunos e exibidas num enorme mural de ilustrações.

O projeto Contos de Grim foi trabalhado nas seguintes turmas:
Jardim I A – Paula: (História) A bela adormecida
Jardim I B – Mariana: (História ) O Ganso de ouro
Jardim I C – Flávia (História) O Gato de botas
Jardim I D – Ivalda (História) A branca de neve

 

Mostra de Arte

Assim com as turmas do Ensino Fundamental, os alunos dos Jardins também tiveram a oportunidade de demonstrar suas criações artísticas numa mostra especialmente produzida nas aulas do Ateliê Educar. O artista homenageado foi o cearense Aldemir Martins.As crianças fizeram a releitura da tela Gatos.

O artista

Nascido em Ingazeira, no Ceará, em 8/11/1922, Aldemir Martins tornou-se conhecido por seu trabalho vibrante e colorido. Em seus desenhos, gravuras e quadros, vêem-se cangaceiros, galos, peixes, gatos, frutas e paisagens.
Na série de Gatos, transparece uma brasilidade sem culpa que extrapola o eixo temático e alcança as cores, as luzes, os traços e telas de uma cultura. Ao longo de suas produções artísticas, o artista trabalhou com suportes diversos, como caixas de charutos, telas de linho, de juta e de tecidos variados. Muitos de seus desenhos e pinturas foram reproduzidos em produtos industrialiais, como pratos, azulejos, bandejas, xícaras e embalagens. O artista plástico cearense morreu aos 83 anos, no dia 5 de fevereiro de 2006.

OBJETIVOS dessa Mostra de Arte

– Permitir que as crianças pudessem conhecer a biografia e as obras do artista Aldemir Martins

– Possibilitar noções de cores primárias, técnicas de pintura de figuras e fundo

– Releitura através da apreciação  de obras do artista

Conteúdos de Artes trabalhados em sintonia com os Projetos

Dentro dos projetos de sala Gigantes do Mar, foi trabalhado a importância da reciclagem e a anatomia dos tubarões. As turmas realizaram a construção de um tubarão, utilizando garrafas pet, também fizeram pintura sobre plástico. Destaque para a releitura da tela Gato com Flores.

FOTOS Fechamentos dos Jardins

 Confira os melhores momentos das apresentações das turmas dos Jardins I A, B, C e D, das professoras: Paula e Mariana, Flávia e Ivalda

CLIQUE:

FOTOS JARDIM I A e B

FOTOS JARDIM I C e D

Ler e Brincar

Durante  a programação do Abril Literário Espaço Educar diversas atividades de musicalização foram realizadas pelas turmas da Educação Infantil.

Sob o comando da professora Cristiane Sanches, as turmas dos Jardins I e II se divertiram nas oficinas de contação  de histórias que uniram brincadeiras de roda, cantigas e muita imaginação.

Para entrar no clima do maravilhoso universo da leitura, os alunos foram convidados a fazer uma viagem por cenas de histórias infantis. As crianças se divertiram enquanto brincavam de representar sonoramente trechos das histórias contadas por tia Cristiane Sanches, que aproveitou para conciliar os conteúdos ateriormente vistos pelas turmas nos projetos de musicalização aos recursos narrativos de cada trama. Sendo assim, cada projeto esteve representado durante as brincadeiras literárias.

As crianças do Jardim I da manhã participaram de brincadeiras com a história Bob no país das Verdurinhas, escrita por Simone Cavalcante. “Trabalhei com eles a importância dos alimentos e as cores vivas dos legumes e frutas”, conta a educadora musical Cristiane Sanches.

Utilizando fitas coloridas, movimento e expressão corporal, os alunos formaram imagens no chão, fizeram um pratinho e de lá retiraram os legumes da sopa.

 “Foram momentos de muita imaginação e criatividade, assim substituindo a sonorização real do prato e da colher, conseguimos um resultado gratificante envolvendo a literatura e a música”, diz a educadora.

Ao contar a história Filho de peixe, peixinho não é, do autor Tiago Amaral, a educadora proveitou os conhecimentos vistos por alunos do Jardim I no projeto musical A Bicharia Canta.Um peixinho feito de material eva e conchinas do mar serviram para estimular a audição sonora. “As crianças imaginaram os sons do mar e do vento, também falamos sobre as diferenças que existem a nossa volta”, explicou Cris Sanches.

Colheres de pau ajudaram a compor sons e fazer a marcação ritmica sugerida pela história Marina Traquina, de Claudia Lins. “Foi muito interessante ver o envolvimento das turmas, a criação e improvisação musical das crianças”.
Alunos do Jardim I tarde e turmas do Jardim II, também participaram dos mesmos momentos divertidos e experimentaram atividades de relaxamento e expressao corporal.

VEJA FOTOS:

Leitura Musicada: Jardim I e Jardim II

Leitura Solidária

Estão de parabéns todos os alunos, educadores e familiares que integram a comunidade Espaço Educar pelo volume de livros arrecadados durante a realização da campanha “Todo dia é dia de livro, Todo dia é dia de Ler”

Mais de 200 livros infanto-juvenis foram arrecadados durante a campanha realizada por ocasião do Abril Literário Espaço Educar. A iniciativa solidária, promovida pelo Selo Passarada de Literatura Infantil em Alagoas, teve início em nossa escola, que aceitou ser parceira do movimento com a colocação de uma caixa coletora de doações. Outras caixas agora seguem por escolas da rede particular de ensino de Maceió e, até a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, terão coletado centenas de livros para distribuir gratuitamente para salas de leitura e contadores de histórias de projetos sociais que acontecem em território alagoano e no sertão de Minas Gerais.

O acervo arrecadado resultou das doações de alunos e também da Biblioteca Educar, que destinou diversos títulos para a campanha. Todos os livros arrecadados agora farão parte de atividades literárias itinerantes ou ficarão expostos em bibliotecas e salas de leitura de projetos sociais, distribuídos por Alagoas e outros destinos. Tão logo os beneficiados pela campanha comecem a receber e trabalhar com os títulos doados, os organizadores da campanha informarão em nosso site para que todos aqueles que fizeram suas doações possam obter a prestação de contas da campanha.

Abril Literário do Fundamental

As turmas do Ensino Fundamental participaram de diversas atividades na Biblioteca Educar durante a programação do Abril Literário. Além da feira literária, onde as turmas puderam comprar livros e conhecer novos títulos, divertidas brincadeiras testaram os conhecimentos das crianças a respeito de personagens e tramas.

Alguns baús de leitura foram espalhados pelo pátio da escola testando as crianças sobre conteúdos literários.

Uma exposição com produções dos alunos e textos explicativos sobre lendas e outros gêneros literários também incentivavam os leitores a entrar na brincadeira.

As atividades culminaram com uma feira de livros, onde as turmas se divertiram e fizeram divertidas descobertas!

FOTOS:

Literatura Cantada

Durante a programação do Abril Literário Espaço Educar, as turmas dos Mini aos Maternais I e Maternais II, vivenciaram uma semana recheada de histórias e de muita música. Animadas pela professora Ezra e educadoras das turminhas, as crianças participaram de diversas atividades culturais e recreativas.
O tema da narração foi a Páscoa, que envolveu todas as crianças, com canções já trabalhadas nos projetos de Musicalização da Educação Infantil!!!!!
Esse ano o COELHINHO DA PÁSCOA resolveu contar com a parceria do Sapo Jururu, da Pombinha Branca, da Macaca Sofia e de tantos outros personagens, numa deliciosa combinação sonora unindo os princípios da musicalização com a literatura!!!

VEJA FOTOS!

Qual o verdadeiro valor de um livro?

Já parou para pensar na importância que a leitura exerce sobre a vida e o imaginário de nossas crianças?

Que tal voltar no tempo e recordar a emoção daquela história contada por nossos pais, tias ou avós, e que nos acompanha até hoje!

Tente se lembrar de como era bom ouvi-los contando com gosto cada frase!

Imagine ou reinvente o rosto de seu personagem favorito, se já não consegue vê-lo tão nitidamente!

Lembre-se de como você se sentia quando lia suas próprias histórias, os livros escolhidos por você, aquele que mais te marcou e do qual ainda se lembra até hoje…

Um livro revela emoções e sentimentos capazes de nos acompanhar para sempre, da infância até a vida adulta. O bom livro, a boa história, não vale o preço que está na capa. Nem mesmo se a capa for mais simples, ou mais ilustrada.

As páginas de um bom livro carregam sonhos, fantasia, aventuras, valores e são um passaporte para a LIBERDADE…

A criança que lê porque aprendeu a amar os livros, que é estimulada pela família a vivenciar a leitura em casa e tem a liberdade de escolher suas preferências literárias, certamente caminha para um futuro onde se tornará um adulto leitor, confiante no valor dos livros e no poder criativo da literatura. 

Quem ainda não compartilhou a alegria de presentear um filho com uma história de sua infância, certamente vai descobrir que pode junto com este mesmo filho aprender a gostar de outras tramas, autores e frases.

Experimente! Tenha certeza que será uma divertida e prazerosa aventura.

*Claudia Lins é jornalista, autora de histórias infantis e uma apaixonada pelos livros
Esse texto foi publicado no Educar Notícias Especial de Leitura de 2010

Ilustrações: Tiago Amaral, Eduardo Menezes e Ddaniela Aguilar

Arca de Histórias: 2º ano

Uma oficina que misturou livros, imaginação, brincadeiras e muita fantasia. Assim foram os momentos vividos por turmas do 2º ano que participaram da Arca de Histórias, contação interativa realizada pelos autores Claudia Lins, Simone Cavalcante e Tiago Amaral. O encontro foi no auditório, onde as turmas puderam brincar e soltar a imaginação passeando com personagens de livros escritos pelos autores.

Veja como foi essa brincadeira literária!!!!

 

 

Contação Sonora: 1º ano

As turmas do 1º ano da Manhã participaram da oficina de Contação Sonora de histórias infantis com as autoras Simone Cavalcante e Claudia Lins. Os alunos ajudaram a fazer a sonoplastia das fábulas e aventuras narradas pelas autoras. Com chocalhos, apitos, pandeiros, rói-róis, e outros instrumentos sonoros, as crianças brincaram com as situações vividas pelos personagens marujo Ventania, da história Ventania e o Mapa do Tesouro, princesa MEL, da história No Reino de BILINGUINDONE, Marina Traquina, BOB no País das Verdurinhas e Lobo Juvenal de Os Três Porquinhos do Agreste. Até as professoras entraram na roda, encenando o índio de uma das histórias. A brincadeira sonora também contou com outros momentos interativos. Explorando o espaço e movimentos corporais, os leitores sonoplastas aprenderam que a leitura pode ser uma experiência prazerosa e dinâmica, indo muito além de um ato silencioso e estático.

FOTOS de alguns momentos:

As oficinas literárias prosseguem na próxima segunda-feira (11/04) com mais contação sonora, dessa vez para turmas do 1º ano da Tarde. Todas as atividades  fazem parte do Abril Literário Espaço Educar, evento que reúne de 04 a 15 de abril, diversos momentos interativos de celebração da leitura.