Dia dos pais

Para comemorar o Dia dos Pais, preparamos uma vivência lúdica e divertida onde pais e filhos puderam participar, interagir e se divertir. Como lembrancinha, os pais receberam uma sacolinha com cookies e uma semente de Ipê (veja como plantar sua sementinha aqui). Veja algumas fotos desses momentos:

Conheça sua plantinha Ipê

De tronco levemente tortuoso, com copa arredondada, ramos grossos e irregulares, o ipê é a árvore brasileira mais conhecida e cultivada, podendo atingir até 30 metros de altura, é sem dúvida uma das nossas mais belas riquezas naturais. O reconhecimento do ipê não vem somente pela exuberância de sua beleza e pela grossura de sua casca, característica que deu origem ao nome – em tupi, ipê significa árvore cascuda; mas também por suas propriedades medicinais. As regiões tropicais são o principal ambiente para o cultivo.

Infelizmente, o Ipê é considerado vulnerável quanto à ameaça de extinção. Um meio de preservar a espécie tem sido o aproveitamento de seu plantio em praças e em outros lugares públicos, além de preencher margens de ruas e estradas. Com boa tolerância à poluição urbana, a árvore proporciona um bonito efeito decorativo nas cidades.

Você sabia? O Ipê Amarelo, também conhecido como Craibeira, Pau-d’arco e Paratudo* foi instituída árvore símbolo do estado de Alagoas em 29 de abril de 1985, pelo decreto estadual nº 6239. *O nome “paratudo” vem do costume cultural indígena de utilizar a espécie como recurso medicinal, para “praticamente tudo”.

 

Mais Informações:

SEMPMA – Secretaria do meio Ambiente – Telefone: 3315-4735

Parque Municipal – Telefone: 9 8801-3651

Rua Marquês de Abrantes, s/n – Bebedouro, Maceió, Alagoas 57018-655, Brasil

Campanha Todos Contra o Desperdício da Água

Texto produzido pelas professoras do 4º ano

Os alunos dos 4º anos, juntos com as professoras Karlly, Rafaela e Laura, lançaram a campanha “Todos contra o desperdício da Água”, que tem como objetivo reforçar ações contra o desperdício de água, principalmente no ambiente escolar.

A campanha vai contar com orientações práticas para que os alunos saibam como identificar problemas na escola, em casa e nas ruas. A ideia da ação surgiu durante o desenvolvimento do projeto “Recursos Naturais”.A primeira etapa foi de pesquisa e construção do material para ser exposto como: cartazes e slides. Na segunda etapa, os alunos explicaram para outras turmas do Ensino fundamental, fazendo o trabalho de conscientização, alertando para a falta de água e a necessidade de mudar seus hábitos.

Cinema In English

Os alunos do Jardim I ao 5º ano participaram de uma aula diferente de Inglês. Através de filmes e desenhos exibidos em Inglês, os alunos exercitaram a compreensão auditiva e o entendimento oral da da Língua estrangeira. Veja algumas fotos:

Sarau dos avós

Para celebrar o Dia dos Avós, durante uma semana recebemos a visita de vovôs e vovós que vieram contar histórias, cantar, recitar poesias, tocar instrumentos, compartilharam receitas e outras atividades com seus netos e colegas de sala. Confira alguns momentos:

Projeto histórias da bruxa Onilda: chá das cinco

No projeto de leitura Histórias da Bruxa Onilda, os alunos dos Jardins I conhecem uma série de histórias dessa personagem divertida e atrapalhada. Seu espírito aventureiro conduz o leitor a lugares como Paris, Veneza e Inglaterra, mostrando alguns de seus monumentos históricos, hábitos e costumes.

Entre outras atividades que são vivenciadas no projeto,  os alunos participam de uma simulação do chá das cinco, costume típico da Inglaterra. Veja algumas fotos:

 

Aprendendo um pouco mais sobre a visão

As turmas dos 2ºs anos receberam a oftalmologista, Dra. Ana Ramalho Gameleira Soares, mãe de João Felipe Gameleira Correia, aluno do 2º ano B manhã, para falar sobre os cuidados que se deve ter com a visão e a importância de procurar o especialista responsável por cuidar dos nossos olhos periodicamente.

Na palestra a oftalmologista conversou com os alunos sobre as partes externas e internas dos olhos, sobre a formação da imagem, citou algumas doenças que atingem os olhos, o que fazer para melhorar a visão e como ajudar pessoas com deficiência visual. 

A entrevista faz parte do projeto de Ciências “No mundo das sensações” e tem o objetivo de aprofundar os conhecimentos acerca deste tema. Veja algumas fotos:

Para criar uma escola leitora, é preciso formar professores leitores

Fonte: Gestão Escolar

Não há como negar: ser um leitor assíduo é fundamental para adquirir conhecimento e, assim, compreender mais profundamente o mundo que nos cerca. Quem pratica a leitura exercita o raciocínio e a visão crítica, modifica seu modo de pensar, agir e falar. E o papel da escola é ajudar os alunos, desde cedo, a desenvolver a competência leitora e o gosto por essa atividade.

O professor precisa estar bem preparado não apenas para ensinar, mas para ser uma referência, transmitindo o entusiasmo e a força das experiências que possui como leitor. É neste ponto que entra o papel do coordenador, que deve incentivar e refletir com os docentes sobre as melhores práticas nessa área. Por isso, a questão foi uma das minhas primeiras preocupações ao elaborar o plano de formação.

Para diagnosticar o que os professores sabiam e qual era a relação deles com a leitura, resolvi fazer uma análise geral baseada na observação das classes. O resultado é que as atividades ficavam muito presas ao livro didático.

Comecei, então, a me questionar: do que os docentes precisam para ensinar a gostar de ler? Por que ficam presos aos livros didáticos se temos obras de todos os tipos aqui na escola? Com base nessas questões, elaborei uma atividade em que eles deveriam preparar uma aula pensando nas necessidades de seus alunos e apresentá-la aos colegas. Minha intenção era verificar os critérios que utilizavam para selecionar materiais apropriados para cada faixa etária. Também queria descobrir de que maneira esses textos seriam abordados.

Ao final do exercício, ficou claro que muitos priorizavam o livro didático por não saber escolher e apresentar adequadamente outros tipos de texto. Notei, ainda, que uma das razões desses problemas era a falta do hábito de ler. Aliás, boa parte da equipe demonstrava dificuldade em realizar até mesmo as leituras pedidas como tarefa da formação. O meu desafio, portanto, era incentivar os próprios professores a ser amantes da leitura.

Para isso, selecionei livros diversos e criei momentos para que o ato de ler fosse praticado significativa e prazerosamente. Fui à biblioteca da escola e escolhi obras de diferentes gêneros, úteis tanto para as aulas como para proveito pessoal.

Além de oferecer livros da própria escola, fizemos uma roda de empréstimo e apreciação: cada participante levava uma obra importante para ele e a apresentava a todos. Essa permanente circulação de textos seduziu os professores que, por sua vez, se tornaram mais capacitados para incentivar os alunos.

Por que você deve tirar os seus filhos pequenos do Facebook e do WhatsApp

Matéria completa em: Época Globo

A geração atual de mães e pais de crianças e pré-adolescentes cresceu ouvindo de seus responsáveis a frase: “Jamais converse com estranhos na rua”. O objetivo era evitar que eles caíssem nas mãos de abusadores e pedófilos. Esses criminosos e doentes continuam existindo e encontraram nas redes sociais ferramentas eficientes para aliciar menores. O exemplo mais recente a se tornar público ocorreu em Cuiabá, em Mato Grosso. Mensagens de assédio encaminhadas por um homem de 47 anos a uma menina de 9 foram descobertas pelo pai dela. Ele avisou a polícia e compareceu, com os policiais, a um encontro que o suspeito havia marcado com a menor. No celular do suspeito, foram encontradas trocas de mensagens similares com cerca de 20 crianças. O delegado responsável pelo caso desconfia que em ao menos um dos casos houve o estupro de fato.

A comunicação do homem de 47 anos com a menina de 9 começou pelo Facebook. Ele pediu o telefone dela e a conversa então migrou para o WhatsApp. Por sorte, o pai interceptou antes de o pior ocorrer. “Mas minha experiência acompanhando o uso de redes sociais por crianças ao longo dos últimos anos mostra que, em diversos casos, os pais só descobrem depois que o estrago já ocorreu. Quando não é a violência física, essas crianças são submetidas a sessões virtuais de violência psicológica, com consequências que muitas vezes se alongam por toda a vida”.

Antes de entrar na discussão de sempre do “ah, mas eu controlo o que meu filho ou filha acessa”, é importante reforçar quais são as idades mínimas que constam nos próprios termos de uso das redes sociais. Está nas regras do Facebook: “Você não deve usar o Facebook se for menor de 13 anos”. O mesmo vale para Instagram, Pinterest, Snapchat e Twitter. No YouTube, crianças podem assistir, mas apenas adolescentes a partir de 13 anos podem criar um canal em seu nome. Antes disso, eles precisam estar registrados no nome dos pais. O WhatsApp até há pouco tempo definia um limite maior: 16 anos. Numa atualização recente nos termos de uso, alterou o mínimo para 13 anos. E sobram casos de professores que pedem a alunos de 9, 10 anos que entrem para o grupo do WhatsApp da sala.

Alguns pais e responsáveis argumentam que a proibição não é o caminho. Que a conversa sempre é melhor do que a proibição. É verdade, mas creio que não sejam ações excludentes. Antes de proibir, é preciso ter uma boa conversa sobre o por quê da proibição. E os exemplos, ainda que chocantes, ajudam nesse sentido. Pense: se mesmo essas empresas, que ganham dinheiro com o aumento no número de usuários, não querem que crianças e pré-adolescentes criem contas ali, por que você, que é pai ou mãe, acha prudente permitir que eles as usem?

Uma tática comum dos criminosos no Facebook é descobrir o nome dos pais do menor e as informações de local onde eles trabalham, o clube que frequentam etc. Depois, eles exigem que a vítima envie fotos sem roupa, sob ameaça de matar esses responsáveis. Imagine isso sendo dito a uma criança de 8 anos.

Um conjunto de fatores tornou a vida desses criminosos mais “fácil” com o avanço das redes sociais. Alguns existem desde antes de Mark Zuckerberg nascer: a curiosidade de crianças e pré-adolescentes e as técnicas de sedução desses maníacos. Mas a facilidade de acesso a tecnologias tornou tudo mais complexo e perigoso. Por fim, falta de ferramentas em redes sociais para identificar as crianças que estão usando seus serviços.

A realidade é que, no mundo de hoje, dizer apenas “não converse com estranhos” não adianta. O mundo virtual nos aproxima de um monte de pessoas, que falam de lugares distintos e que, muitas vezes, não se apresentam como quem realmente são. Isso pode acontecer no Facebook, no WhatsApp, no YouTube e no game on-line. Na praça, um abusador adulto não pode se passar por um amiguinho da criança inocente, para conquistar sua confiança, antes de começar a agir. Na internet, sim.

Poderia consumir alguns parágrafos aqui dizendo por que ferramentas que ajudam pais a controlar o acesso de seus filhos são úteis, mas somente para aqueles que respeitam as regras impostas pelas próprias redes sociais. Muitos amigos que são mães e pais costumam me dizer: “Você não tem um filho. Quando tiver e ele te encher porque todos os amiguinhos da sala estão usando aquele aplicativo, você vai me entender”. Eu lembro que sempre que dizia algo na linha do “mas mãe, todo mundo da classe tem”, a resposta era a clássica: “Se todo mundo pular da ponte, você pula também?”.

Se você permite que seu filho menor de 13 anos crie uma conta no Facebook, no Instagram ou no Snapchat, se você permite que sua filha menor de 16 anos tenha uma conta no WhatsApp, você não está só dando um mau exemplo de quem quebra regras. Você está colocando a vida dele e a de sua família em risco.