Aula de Inglês para colaboradores

Mantendo nosso desejo de proporcionar o desenvolvimento de todos vocês, abrimos uma nova turma para aula de inglês que será TERÇA-FEIRA, das 12h15min às 13h05min.

A professora Thais será a responsável pelo curso.

O custo será de R$ 20,00 por mês. Esse valor será utilizado para pagamento das horas/aulas da professora e o saldo será guardado em um fundo. No final do ano, caso haja caixa positivo, faremos uso coletivo (sorteio de um objeto, cinema, lanche…). O curso começará no dia 10 de março. As aulas acontecerão na sala 10, pátio 4.

As inscrições poderão ser feitas no link: https:Inscrições 

Roda de leitura: livro ‘As cores dos pássaros’

Colaborou com o texto: Luysla Grigório

O ano letivo começou  com o Projeto Roda de Leitura a todo vapor! Durante a atividade, os alunos têm contato com  diversas obras, de diferentes gêneros textuais, escolhidas previamente pelas professoras, propiciando às crianças encantamento e um estímulo contínuo pelo prazer de ler.

No Ensino Fundamental, a ideia é levar semanalmente as crianças para a biblioteca, com o objetivo que elas conheçam diferentes autores e o variado acervo, além de estimular o empréstimo e a indicação de livros, bem como, compartilhar as leituras dos nossos pequenos grandes leitores.

“De fato, é um momento ímpar, quando cada aluno é convidado a percorrer um caminho, que através das palavras, é capaz de despertar emoções incríveis e promover a leitura de forma espontânea e prazerosa”, explicou a professora Luysla.

Como sugestão da bibliotecária e também contadora de histórias, Cris, a turma do 3º ano participou da contação do livro “As cores dos pássaros”, de Lúcia Hiratsuka.  Por meio de uma leitura suave e repleta de poesia, as crianças foram convidadas por Dona Coruja a soltar a imaginação sobrevoando página a página de uma narrativa alegre e colorida. Para construir um elo entre a história contada e o estímulo à leitura, as crianças tiveram a companhia dos pássaros da riqueza espalhados por toda a biblioteca. Nesse caso, a riqueza compartilhada surgiu de um bem valioso: ouvir e espalhar lindas histórias por todos os lugares. Para sempre!

Confira como foi esse momento:

 

Adaptação: primeiras aulas de natação

Durante as primeiras semanas de aula, os alunos do Maternal II iniciaram atividades de adaptação para as aulas de natação. Músicas, jogo da memória, quebra-cabeça foram algumas dinâmicas realizadas em sala de aula pelas professoras de natação.

O objetivo da atividade é criar laços afetivos, construindo confiança dos alunos com as professoras e aproximar as crianças dos movimentos que serão realizados na piscina. Confira algumas fotos

Educação financeira na escola

Texto por: Emanuelle Alinny

A necessidade de preparar uma geração mais consciente financeiramente é crescente. Pensando nisso, a partir desse ano, a Escola Espaço Educar adotou, durante as aulas de Matemática, a educação financeira como matéria transversal. A proposta se baseia na mudança de alguns hábitos em relação ao uso do dinheiro, que reflete em uma transformação no modo de pensar e agir, sobre os recursos do planeta.

As atividades propõem situações diferenciadas, trazendo benefícios para todos os envolvidos: escola, professores, crianças e família. A educação financeira é trabalhada com os alunos do 1º ao 5º ano e dialoga diretamente com os conteúdos das disciplinas formais, como por exemplo, o projeto de Ciências “Recursos Naturais e Sustentabilidade”, que é trabalhado no 4º ano. Dessa forma, é possível mostrar aos alunos como lidar com o dinheiro no dia a dia, planejando, poupando e conquistando seus ideais.

Hora de embarcar nas novas leituras

Texto por Suely Martins e Priscylla Candido

O ano de 2017 começou de um jeito gostoso de ler para a Escola Espaço Educar! O acervo de livros da biblioteca ganhou títulos em inglês, oriundos de uma viagem que a professora de Língua Inglesa do Ensino Fundamental, Priscylla Candido, realizou para Inglaterra. “Meu principal objetivo nessa viagem foi aprimorar minha formação profissional, onde estive diretamente em contato com cultura inglesa, vivenciando experiências que fortaleceram aspectos linguísticos. Na ocasião, lembrei-me dos meus alunos e decidi trazer para eles como forma de aproximação e entusiasmo para com a leitura e fluência da língua inglesa. Para tanto, escolhi obras de interesse significativo para as crianças”,  relata a professora.

Entre os livros que agora podem ser encontrados na biblioteca, destacam-se um dicionário Oxford, para auxiliar as crianças na busca de novas palavras, assim como outros livros de histórias infantis com diferentes níveis como One Little Teddy Bear, Little red riding hood, todos em inglês. O contato com a língua inglesa enriquece o vocabulário e estimula a oralidade, desenvolvendo assim uma leitura eficiente.

A leitura em inglês é uma questão de prática. Quanto mais se ler, mais será possível interpretar e aproveitar a interação com o idioma.

Agora é a hora de embarcar nas novas leituras!

Vivenciando a cultura da sustentabilidade

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações. (preâmbulo da carta da terra)

Ao longo desse ano vamos desenvolver questionamentos e reflexões com professores, crianças, famílias e sociedade, acerca do tema: Cultura da Sustentabilidade.

Vamos realizar algumas ações sustentáveis, que propõem um novo olhar e agir para os desafios socioambientais do nosso tempo. Nas agendas escolares é possível encontrar os temas que serão trabalhados ao longo do ano. Confira algumas peças:

 

 

Hábitos alimentares saudáveis na escola

Disseminar hábitos nutricionais adequados, bem estar e qualidade de vida aos alunos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental, esse é o objetivo do Programa Educação Alimentar no Espaço Educar. Pensando nisso, a nutricionista responsável, Vanessa Freitas, ministrou a palestra “Educação alimentar e nutricional para crianças” voltada para a equipe pedagógica, onde explicou a importância das professoras nesse processo. Na ocasião, algumas professoras compartilharam algumas experiências bem sucedidas na oferta de lanches saudáveis na sala de aula. 

“Na infância e na adolescência ocorre a formação dos hábitos alimentares, por isso a importância de disseminarmos essa cultura alimentar saudável com os alunos nessa faixa etária”, explicou Vanessa. 

 

Educação infantil: saiba a importância para a vida do seu filho

Fonte: Revista Crescer

Foi-se o tempo de pensar que criança de 0 a 6 anos não aprende, de fato, na escola, pois “só” brinca. Também não dá mais para achar que é cedo para entender linha pedagógica, diferenciar construtivismo de escola tradicional, saber quem foi Maria Montessori, Jean Piaget ou Rudolf Steiner. Além de descobrir se está perto de casa, quanto custa, como cuida da limpeza, que tipo de alimentação oferece e se trata seu filho com carinho, é hora de identificar como essa escola vai educá-lo. Pois ele aprende desde que nasce que a escola é o ambiente social mais importante depois da família.

Educação infantil pode ser mais importante do que o curso superior? Sim. É quando a criança experimenta o prazer pelo aprender e começa a gostar dela (ou não). A escola aguça a curiosidade da criança e diz a ela “olha que interessante é a vida!”.

 

Está se achando neurótico por já imaginar vestibular, faculdade e carreira profissional? Não se martirize. O futuro começa agora e por isso é hora de decidir se vai priorizar uma formação humanista em que se preza a criação de um ser crítico e capaz de tomar decisões ou optar por um perfil mais pragmático, em que o foco é o conteúdo, voltado para o vestibular e o êxito profissional. Ou tudo isso junto se for possível.

Por essas e outras, chamar de “escolinha” soa pejorativo. O termo não existe à toa. A sociedade demorou a entender que infância é um período importante e as crianças são diferentes em determinadas idades. Para ter uma ideia, faz pouco mais de dez anos que o Ministério da Educação — com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases — reconheceu a educação infantil como parte da educação básica de qualquer brasileiro. Isso reflete no que é oferecido às famílias, pois, entre outras coisas, indica ser fundamental a especialização do educador. Significa que educação infantil tem de ir muito além da “tia”, das recreações, do Dia das Mães ou das canções de Natal. A criança precisa estar em um local com profissionais especializados que promovam rotinas baseadas em propostas pedagógicas muito bem fundamentadas. Pense nisso quando for procurar a primeira escola do seu filho!

 

 

Equipe pedagógica em formação

O ano letivo para os alunos só começa em fevereiro, mas a equipe pedagógica já está de volta, desde o dia 18/01, participando de formações e organização das salas.

Com a bateria recarregada nas férias, as professoras já participaram de diversas atividades, dentre elas uma palestra sobre educação financeira, uma dinâmica onde se trabalhou em conjunto arte, música e teatro, além de um bate papo com a psicóloga Roberta Amendola sobre superação de obstáculos e desafios; amor próprio e ao próximo; conquistas de sonhos, como atingir objetivos e trabalho em equipe.

Veja algumas fotos:


 

Adaptação na escola: 12 dicas para passar pelo processo

Fonte: Revista Crescer

Se seu filho vai passar por adaptação escolar, seja pela primeira vez ou em uma nova instituição, quanto antes trabalhar isso, melhor – para ele e para você. Afinal, não dá para negar que é um momento delicado para toda a família. A criança, de repente, se vê no meio de pessoas estranhas e novas regras com as quais precisa conviver e os pais mal conseguem conter o pavor de imaginar seu “tesouro” sendo entregue aos cuidados dos educadores. A fase da preparação você já passou: pesquisou bastante, visitou diversas instituições e está seguro de sua escolha. No entanto, agora chegou a hora pra valer! Veja a seguir doze dicas para você e seu filho lidarem com a adaptação da melhor maneira possível.

A PRIMEIRA VEZ

1) Um pedacinho de casa

Primeiro dia no berçário. Não dá para dizer que, porque seu filho não fala, a adaptação será mais fácil. Até completar 9 meses, o bebê guarda as informações na mente por meio de registros emocionais – e uma experiência que não seja tranquila pode fazer com que ele tema a escola por muito tempo. Para evitar problemas, você precisa estar disponível para passar essa fase ao lado dele.

Levar itens que tenham o cheiro do quarto dele, por exemplo, também vai confortá-lo: pode ser a naninha ou o brinquedo do berço. Só não se esqueça de manter atenção especial ao comportamento do seu filho. Como ele não fala, você precisa perceber se está se alimentando e dormindo bem, brincando normalmente ou se está com doenças respiratórias. Esses são indicadores de que algo não vai bem. Caso isso aconteça, visite a escola para ver se estão mantendo a rotina e converse com a coordenação.

2) Envolva seu filho

Para a criança que precisará encarar a rotina de aulas pela primeira vez, uma boa maneira de introduzir o assunto é dizer que ela está crescendo e que, por isso, precisa de um espaço para brincar com outras crianças e aprender coisas novas. Levá-la para comprar os materiais escolares ajuda a prepará-la de uma forma estimulante. Para não ficar caro, dê oportunidades de escolha, como “este ou aquele lápis?” ou “qual mochila entre essas três é a melhor?”.

É preciso, porém, sensibilidade para perceber se essa participação está se transformando em ansiedade. Evite tocar muito no assunto e perguntar se ele já está preparado muito antes da hora. Se possível, leve-o para conhecer o colégio quando estiver mais perto do primeiro dia de aula.

3) Se prometer, cumpra

A semana de adaptação das crianças que nunca foram à escola é muito parecida na maioria delas. Os pais levam seus filhos por pequenos períodos de tempo, que ficam maiores conforme eles vão se acostumando com a ideia de estarem longe da família. Durante esse processo, é fundamental que a criança se sinta segura e perceba que está no meio de pessoas dignas de sua confiança. Mentir ou sair de fininho pode dificultar as coisas. Se você disser que estará esperando no pátio, faça exatamente isso. Os pais que não podem se ausentar do trabalho devem explicar ao chefe que estão passando por um momento delicado e pode ser que precisem sair às pressas em uma emergência.

4) Mantenha o equilíbrio entre aconchego e firmeza

Prepare-se, porque as primeiras semanas de adaptação deixarão a criança mais sensível. A mudança traz insegurança, medo, frustração, irritação, muitas vezes traduzidos pelo choro. Embora seja difícil ver tudo isso acontecer, pense que aprender a lidar com essas emoções é uma etapa importante do desenvolvimento. Blindar seu filho disso só o deixará frágil. Quando o choro aparecer, o melhor é reforçar que a escola é importante, que você sabe que ele está sofrendo, mas acredita que ele vai conseguir superar. É difícil para a criança e para você, mas é necessário firmeza. Sem esquecer que ela precisará muito do seu colo e da sua paciência. Afinal, momentos de separação nunca são fáceis. Foi isso que ajudou a assistente comercial Hanã Carreiro, 25 anos, quando a filha Izabelly, 3, foi para a escola pela primeira vez. Ela tinha 1 ano e meio e chorava muito, mesmo na semana de adaptação, com a mãe junto. Hanã chegou a levá-la dia sim, dia não para ver se a filha se acostumava aos poucos. Mas o que funcionou mesmo foi ter muita paciência e conversar com ela todos os dias, valorizando a escola. “No dia anterior sempre conversava e explicava que o papai ia buscá-la no fim da aula. Também procurei mostrar que ir para a escola era legal, com brincadeiras e novos amigos”, lembra.

5) Rotina adaptada

Ao começar a vida escolar, o dia a dia da criança muda completamente. Por isso, alguns ajustes podem ser necessários para que ela se adapte de forma mais tranquila. Quando a auxiliar de cabeleireiro Cintia Santos de Souza, 27 anos, colocou o filho Luiz Paulo, 3, na escola, passou por dias difíceis. Na época com 2 anos, o menino chorava a ponto de se jogar no chão toda vez que chegava lá, não aceitava ficar na sala e não comia.

Então, a professora ligou para Cintia e propôs uma mudança na rotina de Luiz, pois ele dormia e acordava tarde, ficando sem tempo para ir com calma para a escola. A mãe começou a fazer atividades com ele de manhã, depois, era hora de uma soneca, banho, almoço e, então, a ida para o colégio. “No primeiro dia que fiz isso ele já não chorou tanto e, quando cheguei pra buscá-lo, a professora disse que ele era outra criança. Depois de uma semana, não chorava nem chamava por mim”, lembra.

MUDANÇA DE ESCOLA

6) Mundo novo

Se o seu filho entrou com poucos meses no berçário, a mudança de colégio é como se fosse a primeira vez. Nesse caso, siga também todas as dicas dadas anteriormente. Para aquelas crianças que já estão adaptadas ao ambiente escolar, mas vão enfrentar uma “mudança de ares”, o processo costuma ser mais simples, mas isso não quer dizer que elas não precisem de atenção. A separação dos amigos, dos professores e até da sala de aula antiga costuma ser dolorosa e a integração a um novo grupo, muitas vezes já formado, é um desafio. Nesse caso, mais do que disponibilidade física, seu filho precisará de ajuda emocional.

Deixe claro para ele que o contato com os amigos antigos pode ser mantido. E ressalte, de forma positiva, que ele está tendo a oportunidade de ampliar sua rede de amizades e aprender coisas novas. Não se esqueça de perguntar como foi o dia na escola nova e o que você pode fazer para ajudá-lo a se integrar melhor.

7) Este é meu filho!

A adaptação com os professores também é fundamental, principalmente para que eles conheçam detalhes de saúde e comportamento do seu filho que só você pode contar, como o que ele tem mais resistência para comer, quais são seus medos e dificuldades.

Também é interessante pensar em formas de seu filho se apresentar aos colegas para facilitar o entrosamento, como aconteceu com Júlia Gravinan, 3 anos, que é muito tímida. Quando a família precisou mudar de Belém (PA) para São Paulo, a maior preocupação era a dificuldade de relacionamento que ela teria. Então, escola e mãe se uniram. Na primeira semana de aula, Júlia levou uma muda de açaí para que as outras crianças conhecessem algo típico da região de onde veio. Além disso, para que perdesse a timidez nas rodas de conversa, a família foi orientada a guardar lembranças do fim de semana para que Júlia pudesse compartilhar com os amigos. “Se íamos ao cinema, ela levava o ingresso para contar sobre o filme. Se viajávamos para a praia, levava uma conchinha. Em pouco tempo, estava mais falante”, relembra a mãe, a publicitária Roberta Gravinan, 35 anos.

 

8) Como vai ser?

Você pode contar para a criança o que ela vai encontrar lá na frente. Explique o que aprenderá durante o ano e, se possível, antecipe a turma com que seu filho vai conviver, apresentando alguns alunos antes mesmo de as aulas começarem – converse com a escola e proponha que ela ajude. Foi o que aconteceu com Lucas, 3 anos. Três meses antes de mudar de Chapecó (SC) para Botucatu (SP), a professora teve uma ótima ideia, como conta o pai Marcos Panhoza, 36. “O colégio de Chapecó fez uma aula só sobre Botucatu, mostrando para os alunos tudo o que a cidade tinha de interessante. Também pediram que a escola nova mandasse uma foto daquela que seria a nova sala do Lucas.” Assim, o menino já chegou mais enturmado e a adaptação ocorreu de forma tranquila.

A SUA PREPARAÇÃO

9) Não deixe a tristeza pegar você de surpresa

Talvez você sinta a dor da separação mais do que seu filho e isso vai causar tristeza. Por isso, esteja preparado para lidar com esse sentimento ou, pelo menos, aceitá-lo, como fez a advogada Priscila Westphal, 31 anos. Quando levou José Augusto, 2, à escola pela primeira vez, não se conteve na hora em que precisou deixá-lo chorando com a professora. “Desmoronei. Fui para a recepção e veio tanta culpa e dor que meu choro se tornou compulsivo.”

Foi só quando a professora disse que o menino se acalmou no instante em que a mãe virou as costas que ela parou para refletir: “Como assim ele está bem sem mim? Passei dois anos achando que era imprescindível na vida dele. Depois lembrei que estou criando um filho para o mundo e ‘para o mundo’ é, muitas vezes, longe de mim. É a escola da vida, né? Deixar ir e aproveitar o voltar!”, opina Priscila.

Por mais que você se prepare, talvez não esteja pronto quando chegar o momento. Mas vale tentar: antes do começo das aulas, deixe seu filho brincar com outras pessoas ou, se possível, leve-o para a casa da avó ou da tia e vá fazer algo de que goste. Assim, vocês dois vão treinando ficar longe um do outro.

10) Segurança na chegada

Despedir-se do filho na entrada da escola é um dos momentos mais difíceis na vida de uma mãe ou um pai. Se o filho vai para o berçário com poucos meses, a aflição é por deixar alguém tão pequeno e indefeso nos braços de um “estranho”. Se a criança já é um pouco maior, pode ser difícil por estar mais acostumada a ficar em casa ou porque parte o coração dos pais ouvir: “Não quero ir pra escola, quero ficar com você”. Sabemos que é uma missão difícil, mas, nessa hora, estufe o peito, não deixe que ela perceba a sua angústia e estimule que se sinta confiante e independente.

Caso o seu filho ainda não ande, passe-o para o colo da professora com um beijo, mas sem muita enrolação, pois o bebê também sente a sua insegurança. Se ele já for maior, incentive-o a entrar na escola caminhando e levando a própria mochila. Agora, se é você que não consegue se controlar na hora do adeus, considere pedir para que outra pessoa leve seu filho para a escola durante alguns dias. Com o tempo, você estará mais tranquilo e poderá assumir a função outra vez.

11) Procure distrações

Será que ele está bem? Está comendo direito? A professora vai ajudá-lo quando ele precisar? Passar o dia pensando nessas questões só vai deixá-lo com rugas de preocupação. Por isso, procure manter a cabeça ocupada no período em que ficará sozinho. Que tal aproveitar para marcar um almoço com aquele amigo que você não vê faz tempo? Se estiver difícil de lidar com a angústia, procure conversar com outros pais que já passaram por isso. Eles podem transmitir conforto.

12) Faça parte da turma

Não é somente o seu filho que precisará passar por adaptação. Você também terá uma fase de integração com os novos pais e professores – e é importante estabelecer esse vínculo logo no início. Participe das atividades propostas pelo colégio, procure ir aos eventos sociais, como aniversários dos colegas, organize com outros pais piqueniques ou passeios, como uma ida ao teatro. Lidar com as diferenças e ressaltar a importância do convívio social são boas maneiras de dar o exemplo. E estabelecer esse contato é uma forma de incentivá-lo ainda mais a se abrir para novas amizades.