Maternal II conta A Bela Adormecida

A Biblioteca Educar foi o local escolhido pela turminha do Maternal II E para apresentar o reconto oral da história A Bela Adormecida. Segundo as professoras Carla Vanessa e Ana, a dinâmica faz parte do projeto de leitura Contos de Fadas.

“Inicialmente lemos a história para a turma, depois ilustramos e pedimos para as crianças, finalmente, recontarem a história trabalhada, utilizando os fantoches” , conta Carla Vanessa.

Veja FOTOS do Maternal II E na Biblioteca!

 

 

Rodas de Leitura 1º e 2º anos

Momentos de descoberta do prazer de ler e interagir com as histórias, as rodas de leitura ocorrem semanalmente em diferentes horários para turmas do Ensino Fundamental. Tanto para as educadoras, quanto para os alunos, essa ida ao espaço da biblioteca para contar, ler e ouvir histórias, cria pontes com o conhecimento e fortalece os laços de amizade entre as turmas.

Veja FOTOS das turmas do 2º ano B, professora Suzana, e 1º ano B, Franklane e Suely !

 

 

 

 

Ilustrando a história dos castelos

As turmas das professoras Lyziana e Eliane criaram imagens para o projeto A Vida na época dos Castelos

Para reproduzir para as turmas o momento de ataque ao forte de um castelo, as educadoras sugeriram que os alunos confeccionassem maquetes para o projeto. “Na turma da manhã, uma amiga de classe confeccionou o castelo e trouxe para a sala. E no turno da tarde, foi um aluno que criou o castelo”, diz Lyziana.

Veja FOTOS das duas turmas!

 

 

 

Cantando e Contando

Maternal I descobre o universo dos Contos de Fadas

O reconto da história Branca de Neve e os Sete anões divertiu as turmas do Maternal I B, das professoras Val, Bárbara, Jaque e Georgia. Para tornar este momento literário ainda mais interativo e lúdico, as educadoras incentivaram seus alunos a interpretarem a história, utilizando figurinos e reproduzindo falas dos personagens.

A dramatização de histórias faz parte do projeto de leitura Cantando e Contando, que as crianças dos Maternais vivenciam neste bimestre.”Esse conto de fadas mexe muito com o imaginário delas, especialmente pela riqueza de situações e personagens, como princípe, bruxa má, caçador, anões, a própria Branca de Neve e o belo final feliz que a trama apresenta”, explica a professora Valdice dos Santos.

Até chegar o momento de vivenciar a história na sala de aula, as crianças do Maternal I experimentam diversas etapas de construção dos conteúdos do projeto, que envolve música, a preparação para vestir as fantasias, bate-papo sobre as histórias e o cuidado com os livros.

Veja FOTOS do Maternal I B – turmas da Manhã e da Tarde!

FOTOS: NILDO SENA

Branca de Neve no Maternal I

As turmas do Maternal I C, das educadoras Lidijane e Aline, assistiram a dramatização da história Branca de Neve e os Sete Anões.

 O reconto em sala de aula é parte das atividades do Projeto de Leitura Cantando e Contando.

As educadoras realizam o reconto oral de narrativas, transformando a sala de aula em cenário para o projeto. Durante as dramatizações, as crianças também participam ajudando a contar e recontar as fábulas e contos de fadas.

 

Veja FOTOS do Maternal I C, turmas da Manhã e da Tarde!

FOTOS: Nildo Sena

Rodas de Leitura dos Maternais

A bordo de um trenzinho imaginário, feito de elástico, as crianças percorreram o caminho da sala até a Bibilioteca Educar para participar de sua primeira roda de leitura. Lá chegando, tomaram seus lugares no chão, enquanto a professora Milena apresentava o livro escolhido para aquela aventura.

Roda de Leitura do Maternal I D

 

“E agora minha gente vou contar

Fiquem todos em silêncio para a história escutar

Lelelê, Lalalá”

 O livro escolhido foi Branca de Neve e os Sete anões, título integrante do projeto Contando e Cantando, que as turmas dos Maternais vivenciam durante este bimestre.

Ao longo das atividades do projeto de leitura, as crianças participam de contações e dramatizações de fábulas e contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Cachinhos Dourados, Os Três Porquinhos e Rapunzel.

Vela FOTOS do Maternal I D, professoras Milena e Girlaine, e Maternal I C, professoras Valdice e Bárbara, Manhã!

 

 

Jardim I reconta Chapeuzinho Vermelho

As turmas do Jardim I estão trabalhando atividades de reconto literário utilizando elementos como fantoches e teatro de bonecos

Nessa aula, as turmas da professora Ana Paula e Isabele, Jardim I A, manhã e tarde, realizaram o reconto da história Chapeuzinho Vermelho. Primeiro as crianças assistiram as professoras contando a história, depois recriaram o enredo com a ajuda dos bonecos.

“Utilizamos esse recurso como forma de tornar a aula mais participativa, interativa e lúdica”, explica Ana Paula.

A apreciação de contos de fadas é atividade do Projeto de Leitura Contos de Grimm, que as turmas do Jardim I vivenciam neste bimestre. Com o clássico Chapeuzinho Vermelho, os alunos verão ao todo 12 histórias.

VEJA FOTOS de Nildo Senna – Jardim I A – Manhã e Tarde!

Menino passeia por paisagens africanas

Fonte: Folinha – Folha de SP

Uma latinha e duas caixas de papelão amarradas a um fio. Este é o “trem” que conduz o menino Moussa pelas páginas do livro “Dois Fios”, de Pep Molist.

A história se passa na África, mas poderia ser no sertão brasileiro. Todos os dias, o garoto passeia por lugares onde a água é pouca e o calor, muito. O “trem” passa pela savana e pela selva, encontra leões, pastores e crianças.

O primeiro fio leva Moussa até o baobá (uma grande árvore), no centro do povoado. Lá, o menino escuta histórias contadas por seu avô.

O segundo barbante o traz de volta à sua casa, passando pelas belas ilustrações de Emilio Urberuaga. Enquanto a linha estica, cresce também a saudade que o menino sente dos amigos e parentes que moram em outras paisagens –que só o fio da memória alcança.

O autor Pep Molist tem quase 40 livros publicados. É espanhol, mas resolveu escrever uma história que se passa na África depois de receber a visita de meninos do Senegal (país africano) na biblioteca em que trabalhava.

A obra “Dois Fios” recebeu importantes prêmios na Espanha, como o “Sant Joan de Déu”.

“Dois Fios”
Autor: Pep Molist
Ilustrador: Emilio Urberuaga

Leitura Compartilhada

Por Claudia Lins*

Quem não se lembra da gostosa sensação de poder compartilhar histórias com alguém? De se imaginar sendo personagem de fábulas ou contos de aventura enquanto a voz envolvente  do contador  convidava a uma viagem por tramas fantásticas do mundo infantil?

Prazer que se descobre na primeira infância, a leitura compartilhada tem um importante papel na construção do leitor que a criança se tornará no futuro. Guiadas pelas mãos e vozes entusiasmadas das educadoras, no contato com pais e familiares dispostos a fazer do ato de ler um momento especial de partilha e convivência,  meninos e meninas são estimulados a construir seu próprio caminhar literário.

Apresentar o livro como um gostoso brinquedo, tornar a ida ao espaço da biblioteca uma experiência que se renova de modo criativo e dinâmico, são formas de ressignificar a leitura, mostrando paras as crianças o quanto o ato de ler pode estar presente em seu cotidiano de um jeito prazeroso e diverso.

Vamos a Biblioteca de carro!O convite feito pelas educadoras Valdice e Bárbara  empolgou as crianças do Maternal I, que pela primeira vez visitariam o espaço habitado pelos livros. Animados com seus caminhões de brinquedo, puxados por fios de barbante, partiram pelos corredores da escola, parando vez por outra para consertar uma roda que soltava no percurso, ou para desviar do engarrafamento criado na rampa de acesso ao prédio da biblioteca.

Chegando ao destino da viagem, estacionaram seus caminhões entre estantes de livros, na garagem improvisada pelas educadoras. Teve início neste momento a parte mais empolgante da aventura. As crianças viram as estantes enormes, com livros de cores e tamanhos diferentes, conheceram os potes de vidro que abrigam bichos e coisas estranhas, e até puderam ouvir o som do mar, colocando o ouvido nas conchas que moram na biblioteca. Ao final da visita guiada, escolheram nas cestas de livros espalhadas pelo chão, títulos que mais a agradassem. Folhearam, observando imagens e possibilidades de leitura.

Instantes depois, na roda de leitura, tia Val apresentou a dramatização do livro A galinha ruiva, história integrante do Projeto de Leitura Contando e Cantando, que todas as turmas do Maternal I vivenciam durante este bimestre. Dias antes, em sala de aula, a mesma turminha tinha brincado de ler com fantoches e palitoches, momento em que as educadoras fizeram o reconto das fábulas do projeto.

O reconto oral, o uso de  fantoches, dedoches, caixas-cenários, assim como a dramatização de algumas histórias pelas professoras transformando a sala em cenário dos livros, permite que as crianças participem como personagens e possam criar e recontar suas próprias histórias. Esses são alguns dos muitos recursos que a escola utiliza para tornar a leitura viva e é uma experiência que tende a reproduzir efeitos incríveis no imaginário infantil.

Não importa que estes leitores sejam tão pequenos, que não sejam alfabetizados, pois o que verdadeiramente conta na aquisição da leitura é possibilitar que eles descubram o prazer e o encantamento que todo livro pode conter. E essas são experiências que levarão para toda vida, guardadas como boas histórias, em suas melhores lembranças. Do tempo em que ler era uma gostosa brincadeira, pois podiam imaginar ser e viver o enredo que desejassem.

FOTOS: Nildo Sena – Maternal I B visita a Bilioteca

*Claudia Lins, a autora deste texto, é jornalista e escritora de livros infantis, antes de tudo alguém que acredita no poder transformador da leitura e no encantamento que os livros são capazes de despertar, a qualquer idade

Dia do Bibliotecário

A bibliotecária Teófila Costa e sua auxiliar Cris, felizes entre os livros

Elas são as responsáveis por conduzir a Bibilioteca Educar e juntas administram um acervo de aproximadamente 6 mil livros, além de CDs, DVDs, mapas e periódicos. A bibliotecária Teófila Costa e  sua auxiliar Cristina Silva trabalham juntas e em harmonia para que o espaço dos livros na escola seja um canal aberto de incentivo à leitura e formação de novos saberes.

“Somos companheiras, procuramos sempre trabalhar em sintonia e em acordo com as ideias uma da outra”,  diz a auxiliar Cristina Silva, definindo o espiríto de cooperação que une a dupla. Ela que atuou como professora auxiliar da Educação Infantil durante sete anos e somente há três anos passou a integrar a equipe da Biblioteca Educar, admite o imenso prazer que sente trabalhando no espaço dos livros.

“Foi uma mudança maravilhosa, logo me identifiquei com a Biblioteca e esse contato diário com os livros só me fez gostar ainda mais de ler. Hoje posso me considerar uma leitora mais assídua. Se me perguntassem se quero voltar para sala de aula, responderia sem pensar: não quero, pois trabalhar aqui é uma delícia”, diz  a auxiliar de Biblioteca Cristina Silva.

Ponte com o conhecimento

Bibliotecária formada pela Universidade Federal de Alagoas, Teófila Costa trabalha há 7 anos na Biblioteca Educar. “Sou muito apaixonada pela educação e conviver diariamente neste universo me faz construir pontes entre a cultura, o conhecimento e a sala de aula. Sempre levo o que aprendo com os livros para minhas aulas fora daqui”, diz a bibliotecária, que também atua como professora do Ensino Fundamental lecionando para alunos da rede pública de ensino.

Equipe da Biblioteca em recente arrumação do acervo

“Aqui me sinto feliz, mas ainda tenho planos de promover mais interatividade no espaço da biblioteca, me libertar para novas propostas de leitura, quero crescer sempre mais”, revela Teófila.

Visite a Biblioteca Educar!

A Bilioteca do Espaço Educar oferece os seguintes serviços:

Leitura compartilhada e consulta local

Empréstimos de Livros e periódicos

Rodas de leitura acontecem diariamente

Visita orientada  para conhecer o acervo e sua localização na biblioteca

Atividades culturais – Rodas de leitura diariamente, a cada 30 minutos, no horário de funcionamento da biblioteca, exposições, datas comemorativas, semana do livro infantil, entre outros.

As rodas de leitura acontecem de segunda à sexta-feira para todas as turmas, desde a Educação Infantil ao Ensino Fundamental. Para as turmas do 1º ao 5º ano , as rodas de leitura ocorrem com empréstimos de livros.

 Dia do Bibliotecárioorigem da data: é comemorada em 12 de março em homenagem ao nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre. O Decreto 84.631, de 09/04/1980, foi assinado pelo então presidente da República João Figueiredo.

 

 

 

Filhos sob o olhar do PAI

Lirvo aborda desafios da criação dos filhos na visão dos pais

Do Site da Revista Crescer

Menos açúcar, mais vida real e uma pitada generosa de bom humor. É assim que o professor australiano Peter Downey escreve sobre paternidade em um guia divertido, informativo e nada didático. Pai de três jovens meninas, ele aconselha e conforta os futuros pais (e mães) aflitos em meio a um dos momentos mais especiais e difíceis de suas vidas

Fernanda Carpegiani. Ilustrações Bruna Assis Brasil

 

Sabe aquela visão encantadora e maravilhosa de como é ter filhos? Aquele sentimento mágico que nasce com cada pai e cada mãe? Aquela doçura de ter um bebê lindinho e fofinho em casa? Pois bem, esqueça tudo isso e prepare-se para um banho de realidade – e muitas boas risadas. No livro Então Você Vai Ser Papai (Ed. Fundamento), publicado originalmente em 2006 na Austrália, reeditado em 2011 e recém-lançado no Brasil, o professor australiano Peter Downey fala de maneira franca e aberta com os futuros pais. Sua visão objetiva e bem-humorada permeia os conselhos sobre os desafios e dificuldades desse longo e muitas vezes tortuoso caminho, que começa na gravidez, passa pelo parto e quando o bebê vai para casa ainda está só começando.

Com uma linguagem engraçada sem deixar de ser informativa, ele responde a muitas dúvidas dos novos pais, inclusive aquelas que só um pai experiente poderia sanar. Um pai como Peter, que já criou três meninas: Matilda 17 anos, Georgia, 19, e Rachael, 21. Além do guia de cada etapa, que inclui um capítulo chamado “Como sobreviver ao hospital”, o livro conta também com um glossário com termos como “cólica: Problema que faz os bebês chorarem, gritarem e berrarem e o deixa maluco tentando resolver”. Mas não pense que tudo é brincadeira e tiração de sarro. Mesmo o mais despretensioso dos pais tem os seus momentos sérios e até babões, e você vai topar com muitos desses em sua leitura (leia trechos do livro nesta reportagem). Em entrevista à Revista CRESCER, Peter Downey não deixou de fazer algumas piadas, mas também falou da importância de ser pai, de como essa noção mudou ao longo dos anos e de como uma conversa mais direta pode ajudar os novos pais. E mães também, por que não?

“O enjoo da gravidez acontece quando tem de acontecer e você não tem como evitar. Entretanto, você pode ajudar a não tornar as coisas piores do que já são. Leve um chá para ela, na cama, pela manhã. Se resolver cozinhar, evite fazer comidas muito gordurosas ou condimentadas, com ervas aromáticas ou fortes. E, principalmente, se ela estiver parecendo verde, não fique no caminho do banheiro.”

Seu livro é principalmente para pais de primeira viagem, que não sabem nada sobre paternidade. Você acredita que o pai de hoje está mais ciente de seu papel na vida das crianças?

Peter Downey: Hoje se espera que os pais participem mais da vida dos filhos do que antes. Isso não quer dizer que não houve ótimos pais nas gerações passadas. Longe disso! Mas há uma ênfase maior na divisão de papéis. As maiores expectativas são com relação ao papel do pai durante o parto. Dê uma olhada nos filmes antigos, que mostravam o pai esperando fora da sala de parto do hospital, nervoso, junto com os outros pais, até ser apresentado ao seu recém-nascido. Aquele cara não precisava saber nada sobre o parto. Agora, é claro, é esperado que o homem esteja ao lado da sua parceira durante o parto. E isso significa ler sobre o assunto e talvez fazer um curso preparatório, para ser útil de alguma maneira e não ser pego de surpresa. Existe muito mais informação disponível para o pai, em livros, cursos, comunidades online, blogs, sites, exposições.

Acompanhei Meredith em várias consultas e exames. Isso foi realmente uma boa ideia, porque pude conhecer o médico e perguntar várias coisas que ficavam passando pela minha mente. Foi também uma ótima oportunidade de compartilhar a experiência da gravidez e me preparar para o que vinha pela frente”.

Quais mudanças você observou na paternidade desde a primeira vez que se tornou pai?

P.D.: Como eu disse, houve um aumento gigante em torno da expectativa de que os pais estejam envolvidos na vida de seus filhos, o que causou uma enorme pressão, já que o ambiente de trabalho muitas vezes não pode ou não quer se adaptar às necessidades do pai. Existe uma tensão entre essas duas coisas. A tecnologia também mudou bastante. Antes, tudo o que você precisava para ter um bebê era um berço e uma cadeirinha de carro. Agora, existe uma série de equipamentos que você supostamente precisa ter para ser um bom pai.

Com certeza, os filhos reduzirão sua renda disponível durante boa parte da vida deles, mas, e daí? Vale a pena. No que mais você gastaria seu dinheiro? Aeromodelismo? Roupas da moda? Um carro conversível? Cerveja? (não responda). Os filhos são uma aplicação boa e válida do seu dinheiro”.

2º ano: dinâmicas recreativas

Quem disse que a leitura só pode acontecer a partir do ato de ler um livro?

Provando que os conteúdos literários podem e devem estar presentes no cotidiano escolar das crianças a partir de diversas atividades, até mesmo na quadra de esportes, as turmas do 2º ano vivenciaram uma dinâmica imitando o gestual de personagens de histórias infantis.

A brincadeira na quadra começou com uma roda de conversa sobre a história O sapo e o feiticeiro. Logo depois de ouvir a história, as crianças brincaram do jogo “o feiticeiro perdido na floresta”.

“Uma delas era o feiticeiro, que ao tocar nos outros colegas os transformava em sapos, sendo assim elas teriam que ir pulando feito sapos utilizando somente o apoio das mãos para conseguir tocar no próximo colega e quebrar o encanto”, explica o educador físico Jamerson Fonseca.

Com essa brincadeira, as turmas desenvolveram habilidades como saltar num pé só, rolar, correr, o equilíbrio e o apoio de mão, condições que serão exercitadas ao longo do ano durante os conteúdos de ginástica escolar trabalhados no 2º ano.

Segundo Jamerson Fonseca, a partir das brincadeiras e jogos propostos para as turmas em quadra, é possível fortalecer os laços de amizade entre os alunos e a conquista de sentimentos como confiança e companheirismo.

Durante essa atividade, os alunos também trabalharam dinâmicas de relaxamento e normalização dos batimentos cardíacos.

Veja FOTOS de diferentes momentos das turmas:

2º ano A e B da Manhã –  2º ano C da Tarde: