Culminância do projeto Doce Descoberta

Conhecer um pouco mais sobre o mundo das abelhas. Esse é o objetivo do Projeto de Natureza e Sociedade Doce Descobertas, em que os alunos dos Jardim II trabalharam durante o primeiro trimestre.

Ao longo das aulas, as crianças pesquisaram sobre a forma de vida (organização social, hábitos e rituais), conheceram as características gerais, anatomia, reprodução e tempo de vida, alimentação e como funciona as funções de cada abelha na colmeia.

Através de pesquisas, textos e filmes trazidos para sala de aula, os alunos compreenderam o processo de beneficiamento do mel, conheceram algumas espécies de abelhas e sua importância no processo de polinização. Como culminância do projeto, foi apresentado um seminário para alunos de outras turmas. Veja fotos:

 

Conheça a campanha Compartilhe Consciente

O compartilhamento de informações, fotos e vídeos faz parte de uma nova era: o jornalismo colaborativo. Pessoas, agora, trocam informações de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora. E isso seria ótimo, se não fosse a quantidade de informações inverídicas e fotos montagem que são compartilhadas nesse meio.

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Pensando nisso, a Escola Espaço Educar lançou a campanha ‘Compartilhe Consciente’, que tem como objetivo propor reflexões sobre as consequências que pessoas ou instituições podem sofrer a partir de um clique/compartilhamento inconsequente.

Colocar-se no lugar do outro é fundamental para evitar esse compartilhamento de informações inverídicas e duvidosas. Ouvir os envolvidos no caso antes de divulgar essas correntes também é importante. E se fosse com você, com seu filho, seu irmão ou alguém que você ama?

 

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“A ideia surgiu a partir da observação da quantidade de compartilhamentos irresponsáveis e informações distorcidas nas redes sociais. Somos pais, mães, educadores, profissionais e formadores de opinião. Estamos educando uma geração que aprende, principalmente, com os nossos exemplos e não só com os nossos discursos”, disse a diretora administrativa, Silvia Melo.

É importante e urgente conversar com os filhos sobre o assunto, orientando para que não compartilhem mentiras, calúnias, chacotas, conteúdo maldoso, com duplo sentido, pejorativo, preconceituoso, racista ou discriminatório. Uma publicação falsa ou ofensiva, que possa atingir terceiros ou ferir a honra de alguém, pode ser enquadrada nos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação). Deve-se lembrar de que, apesar da internet ser um veículo livre, há regras e leis que orientam o seu uso e há penas a serem aplicadas para aqueles que as descumprem.

Compartilhe essa ideia você também! Use a hashtag #compartilheconsciente

Projeto roda de leitura proporciona o contato com diversos gêneros literários

Texto por: Luysla Grigório

Desde o início do ano, a abordagem do Projeto Roda de Leitura adquiriu um formato mais dinâmico e encantador, no qual as crianças estão tendo um contato expressivo com os mais diversos gêneros literários infantis  e conhecendo renomados autores. Durante essa semana, a turma do 2° ano C manhã finalizou a contação da obra “As Cozinheiras de Livros”, da autora portuguesa Margarida Botelho, internacionalmente conhecida por suas produções literárias.

Para a ocasião, foi criado um clima de ludicidade, que a partir da temática tratada na obra, uma cidadezinha onde todos os habitantes desejavam  livros com novas histórias, suscitou nas crianças a curiosidade de saber como os livros são feitos a partir de uma perspectiva imaginária e bastante criativa.

Certamente, foi um momento bastante proveitoso, no qual as crianças degustaram as mais saborosas e ricas ideias de uma cozinha fantasiosa, mas possivelmente plausível para o universo infantil.  Confira as fotos: 

Alunos participam de Campeonato Alagoano de Natação

No último sábado (30) nossa escola esteve representada no Campeonato Alagoano de Natação 2016, realizado no SESI Cambona. Além de adquirir experiência, a participação em competições contribui  para a construção da convivência e administração de conflitos, trazendo disciplina e noções de trabalho em equipe e competitividade.

Foi a primeira vez que os alunos participaram de uma competição numa piscina olímpica(50 metros) e se saíram muito bem! Parabenizamos aos alunos Melissa Vasconsellos (5º ano), Artur Costa Abreu (4º ano B), Eduardo Cintra Barbosa (4º ano B), Lucas Gomes Camêllo Soares (3º ano B) e Felipe Souza Rebelo (2º ano A) e à equipe de Educação Física e Esportes pelo excelente trabalho! Veja mais fotos:

Encontro com autores recebe escritor nigeriano Sunny

O sonho de ser escritor veio aos 8 anos, após ler uma história de um garoto americano com mesma idade.  Hoje, com o sonho realizado e quatro livros publicados, Sunny viaja pelo Brasil contando histórias, lendas e contos africanos, e esteve na nossa escola nessa segunda-feira (2) para um bate papo divertido com os alunos. 

Nascido na Nigéria e morando no Brasil há 18 anos, Sunny encontrou nos livros, lidos na infância por sua mãe, uma forma de conhecer novos lugares e novas culturas. “Os livros são um presente para a imaginação e atiça nossa inteligência. É um  ótimo e divertido caminho para ensinar, de forma lúdica, novas culturas e costumes. Uma criança que aprende e viaja através dos livros jamais esquecerá”, disse o escritor.

A paixão pelo Brasil veio ao se deparar com a figurinha de Edson Arantes do Nascimento (Pelé). Sunny quis saber quem era aquele jogador e de onde  ele era. Quando chegou aqui,  encantou-se com a Língua Portuguesa, estudou Letras e começou a registrar suas lembranças da infância passadas no país africano. Sunny gosta de ler romances, literatura infanto juvenis e escritores brasileiros como Ariano Suassuna, Machado de Asis, Guimarães Rosa.

O momento com Sunny faz parte da ação ‘Encontro com autores’ do Programa Leitura Viva Espaço Educar. Confira fotos do momento:

 

Dica da nutricionista: coxinha de batata doce

A batata doce é uma aliada para quem busca uma alimentação saudável. O amido é resistente à digestão e dificulta a absorção de açúcar e gordura de outros alimentos. Que tal usar todo este poder e preparar uma coxinha de frango com seus filhos para comer sem culpa? Abaixo a receita:

Ingredientes

  • Batata doce cozida
  • Frango temperado e desfiado
  • Farinha de linhaça

Modo de preparo:

  • Amassar bem a batata doce com uma pitada de sal
  • Rechear com frango desfiado
  • Modelar em forma de bolinho
  • Passar o bolinho da farinha de linhaça
  • Levar ao forno por 20/30 minutos

Bom apetite!

 

 

 

O universo paralelo e invisível dos micro-organismos

Durante o projeto ‘O universo paralelo e invisível dos micro-organismos, os alunos dos 4ºs anos utilizaram os tablets para realização de um jogo sobre os seres microscópicos.

Estudar o mundo dos micro-organismos, suas características, onde e como vivem cada ser microscópico foi um dos desafios do projeto de ciências que teve como a finalidade promover, entre os alunos, uma aprendizagem significativa e eficiente. Para isso, foram utilizadas, durante as aulas uma diversidade de ferramentas e materiais didáticos. Nas fotos, as crianças estão colocando em pratica, a partir de um jogo, tudo que aprenderam sobre esse universo paralelo e invisível e tentam, a partir de estratégias elaboradas por elas, acabar com algumas desses seres. 

Experiência com micro-organismos

Texto por Shirley Gomes

As bactérias são micro-organismos unicelulares, podendo viver isoladamente ou construir agrupamentos coloniais de diversos formatos. Elas estão em diversos ambientes e até mesmo em nossos objetos de uso diário. Daí a importância de fazermos uso dos mais complexos hábitos de higiene diariamente, para nos livrarmos desses seres microscópicos.

Com a finalidade entender, conscientizar e comprovar a existência dos micro-organismos em todos os espaços, as turmas dos 4°s anos construíram um observatório de bactérias. Foram retiradas bactérias dos sapatos, da boca e até mesmo de um smartphone de algumas crianças e das professoras. Os meios de cultura ficaram fechados num lugar escuro e depois de alguns dias observamos como ficaram.

Uma prática que envolve atenção, concentração, observação e ainda estimula a capacidade de pensar das crianças. A experiência foi uma aprendizagem garantida! Quando a criança é inserida numa situação prática, ela tem facilidade de desenvolver conceitos científicos de forma mais eficiente, pois a estratégia utilizada permite um avanço na aprendizagem, já que as aulas práticas podem funcionar como um poderoso catalisador no processo de aquisição de novos conhecimentos, desenvolvendo o lado investigador, observador e pesquisador das crianças. Veja fotos desse momento:

Precisamos conversar sobre o WhatsApp

Fonte: http://www.vila.com.br/blog/

Há 7 anos, esse aplicativo adentrou em nossa vida digital e, de lá para cá, passou a ser uma opção imediata na criação de contatos, sendo inevitável que qualquer pessoa que o utilize seja colocada compulsoriamente em algum grupo ou seja criadora de um ela mesma, com a finalidade de ter notícias da família, conectar-se rapidamente com filhos, colegas de trabalho, grupos de amigos e, por que não, com os pais e as mães da mesma turma de seu(sua) filho(a) na escola.

A tecnologia facilita algumas relações, e ferramentas como o Whatsapp permite que grupos conversem de forma privada sobre os mais variados assuntos. No entanto, tais grupos possuem diferentes objetivos, e a clareza desses objetivos e limites é objeto da reflexão que propomos a seguir.

Como todo tema difícil, precisamos assumir o desafio de enfrentá-lo e entendemos que uma boa conversa e o esclarecimento de como a Escola vem interpretando o fenômeno “conversas entre pais nos grupos de whatsapp” se torna necessária e urgente.

Em nossa escola, a maioria dos pais participa de grupos assim para trocar informações relacionadas ao dia a dia das crianças. Entendemos que esse canal ajuda muito a tratar rapidamente de assuntos corriqueiros que envolvem toda sorte de combinados, os quais podem vir a fortalecer as relações de convívio e permitem divulgar e promover programas culturais entre as crianças, bem como facilitam a organização de rodízios e caronas, comunicam festas e aniversários, divulgam ações comunitárias, alertam para adoecimentos contagiosos (e que já foram comunicados pelos pais e responsáveis à escola, ufa!), enfim, que, de fato, promovam uma aproximação e uma cultura colaborativa entre as famílias.

Esse é o aspecto que vemos como mais positivo desses grupos: ampliaram as rodas das portas da escola e incluíram aqueles que não dão conta de levar e buscar seus filhos todos os dias. Mas em que medida aparecem, também, temas que geram desconforto entre os participantes dos grupos de whatsapp, assuntos que promovem desavenças e interpretações precipitadas de fenômenos inerentes ao cotidiano escolar?

precisamos conversar

Vivemos muitas situações nas quais a escola é informada indiretamente sobre cenas do  cotidiano distorcidas, parcialmente analisadas, com uma lupa sobre ações de crianças  e/ou professores, nas quais, via de regra, há estigmatizações, prejulgamentos superficiais  e, muitas vezes, deixando de lado o principal interessado em esclarecer qualquer  ocorrido, a coitada da escola! À escola resta, nessas circunstâncias, realizar um conjunto  de ações que visem comunicar e esclarecer encaminhamentos que deveriam fazer parte  da confiança básica dos familiares em relação aos profissionais.

Uma criança que agride não é, necessariamente, uma ameaça; um objeto que desaparece não é, necessariamente, resultado de um furto; um adulto que fica bravo não foi, obrigatoriamente, inadequado; uma frase tirada do contexto (coisa comum para uma criança que relata uma cena em casa) não quer dizer, literalmente, o que foi dito; uma família desorganizada temporariamente não deixa de amar e cuidar de seus filhos; uma provocação infantil não é sempre bullying. Precisamos ponderar, e quem pode fazer isso, com toda a propriedade, são os profissionais da escola escolhida pelas famílias para acolherem seus filhos!

Há também outras situações igualmente embaraçosas nas quais surgem desrespeito entre pais, mães, responsáveis, com escritas que acuam, constrangem, julgam ou reprimem condutas, nem sempre conhecidas devidamente. A expressão desses julgamentos efêmeros ganha concretude escrita, ao contrário das palavras orais que se esvaem e são esquecidas. Indisposições e eventualmente inimizades são criadas desnecessariamente.

Ficamos, como comunidade de educadores, perplexos com a manifestação de falta de tolerância e de disponibilidade para o outro, o diferente, temas tão caros para a escola, valores que passamos anos a forjar na formação integral de nossos alunos e alunas.

Observamos situações nas quais mães e pais interferem na construção de responsabilidades próprias do estudante, pedindo aos pais dos colegas cópias das lições de casa que seus filhos não anotaram, conferindo orientações de estudos, revisando provas, comentando questões e consignas dos trabalhos, ações todas voltadas para resolver problemas que deveriam ser dos alunos. Ou seja: aos olhos da escola, retiram desafios fundamentais para seus filhos na busca de evitarem frustrações e situações que podem ser profundamente educativas para o futuro dos mesmos. Como irão esses jovens, tutorados pelos pais, assumir suas responsabilidades atuais e futuras se lhes roubamos a oportunidade de aprender?

Assim, assumimos, com todos os riscos aqui envolvidos, a tentativa de deixar-lhes recomendações para que os grupos de whatsapp entre pais e mães caminhem com tranquilidade, respeito mútuo e amabilidade frente a temas desafiadores:

Ponderar: é esperado que alguns pais se angustiem mais que outros frente a algumas situações. Assim, vale a experiência e os comentários de quem já viveu situações análogas e sempre pode contribuir. Forma-se, então, uma rede que se autorregula e se ajuda nos desafios esperados ao longo do crescimento num grupo de convívio escolar.

Compreender: que os membros do grupo pensam de formas diferentes e têm distintos graus de intimidade, ou seja, lidam de forma mais ou menos reservada, a depender do assunto e da forma como ele é apresentado.

Endereçar: atuar no grupo de forma a dimensionar a necessidade de remeter à escola quando as questões precisam ser tratadas pela orientação e somente encontram razão de ser se abordadas na escola e pela escola.

Dialogar: lembrar sempre que o diálogo, seja em redes sociais ou pessoalmente, é uma via de mão dupla, em que cada um tem o direito de colocar suas ideias nos limites do direito do outro, cuidando da linguagem e demonstrando o respeito que todos merecemos.

E, para finalizar, entendemos que a reflexão e a transparência sobre os alcances dessa ferramenta como mediadora de temas complexos entre pais e escola tende a amadurecer na comunidade escolar.

 

 

 

Soletrando

Sucesso na televisão brasileira, agora também virou jogo Android para Smartphone e tablets. Soletrando é uma super competição de soletração para você, seus amigos e toda a sua família. Neste jogo dinâmico e educativo você poderá brincar com a nova ortografia. O jogo acaba quando um dos jogadores vence, quando erra ou acaba o tempo passa para o segundo jogador, até um vencer. Vence quem fizer mais pontos. Não ha um final no jogo, o objetivo deste jogo é fazer o máximo de pontos possíveis sem errar. 

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