Espaço Educar promove Semana Literária em homenagem a Monteiro Lobato

Resgatar histórias e homenagear o famoso escritor de literatura infantil. Esta foi a ideia que motivou a Semana Literária Espaço Educar 2018, que aconteceu no período de 16 a 20 de abril, intitulada ‘’Uma viagem no tempo com Monteiro Lobato’’. A programação relembrou obras e personagens atemporais, como o Sítio do Pica-pau Amarelo, que é parte importante da infância dos brasileiros há tanto tempo e continua presente até hoje, perpassando gerações.

Segundo Laís Moraes, mediadora de leitura da Escola Espaço Educar, o objetivo da Semana Literária é enaltecer a importância da leitura e promover o interesse das crianças pelos livros, por isso, a programação foi bastante interativa.

A semana contou com diversas atrações promovendo a participação dos alunos em diferentes atividades literárias. Em uma delas, um labirinto foi montado no auditório, onde as crianças fizeram uma viagem no tempo, conheceram desde as primeiras edições dos livros de Monteiro Lobato até as mais atuais, observando a evolução das ilustrações, modelos e ortografia. Em sala de aula, as crianças realizaram oficinas de confecção de personagens e artefatos presentes nos contos. A tradicional feira de livros, promoveu a apreciação e aquisição de bons títulos infanto-juvenis. A Estante Literária, uma novidade na programação, trouxe à comunidade escolar a possibilidade de deixar ou pegar livros, de forma autônoma e consciente.

 

Uma consagrada ação do programa Leitura Viva esteve presente na semana de leitura e, como sempre, agradou a todos. Trata-se dos ‘’Pais Contadores’’ que esse ano ganhou o incremento dos ‘’Colaboradores Contadores’’. Nela, pais de alunos e funcionários da escola contaram e interpretaram histórias nas salas de aula e na biblioteca, para diferentes turmas.

Sobre Monteiro Lobato

Nascido em 18 de abril de 1882 na cidade de Taubaté – SP, Monteiro Lobato foi um escritor e editor pré-modernista. Considerado um dos maiores escritores brasileiros do século XX, Lobato foi precursor da literatura infantil no Brasil. Suas obras que merecem destaque fazem parte da coleção composta por 23 volumes: “Sítio do Pica Pau Amarelo”. O escritor ficou famoso por criar personagens como Dona Benta, Narizinho e Pedrinho, Tia Nastácia, a boneca Emília, o Visconde de Sabugosa, o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim.

Você sabe como os jogos são utilizados no processo de aprendizagem?

Um dos desafios relacionados à educação atualmente é compreender as características dos alunos nascidos no século XXI, que têm, de modo geral, aula com professores formados no século XX, atuando em uma escola que em muito se assemelha com as instituições do século XIX. Essa conjuntura lança sobre os educadores a necessidade de buscar novas estratégias didáticas para dinamizar, motivar e potencializar o processo de aprendizagem na sala de aula.

Nesse contexto, surgem as propostas didáticas de metodologias ativas (MA) para solucionar e/ou minimizar essas questões. Dentre as propostas de MA, existe a gamificação, que nada mais é do que utilizar das dinâmicas e mecânicas dos jogos em outros ambientes, buscando encantar e engajar os alunos para atingir um determinado objetivo pedagógico, proporcionando um aprendizado significativo e mais interativo.

Outra preocupação dentro desse debate está no papel que as tecnologias têm ou devem ter na educação. É impossível negar que elas terão cada vez mais influência sobre a prática docente, na medida em que cada vez mais influenciam a prática dos alunos.

 

Gamificar o processo de aprendizagem é uma tarefa desafiadora, mas possível. O desenvolvimento apropriado de um jogo, por exemplo, pode auxiliar os alunos a adquirirem habilidades e conhecimentos, colaborando de forma significativa com o aprendizado de conteúdos educacionais.

No processo de aprendizagem, a gamificação surte efeitos positivos, tanto no engajamento quanto no aproveitamento do aluno, colaborando com a mediação e construção do conhecimento. Por somar à sua base também elementos de psicologias educacionais, já aplicadas e utilizadas, muitos teóricos apontam a gamificação como uma inovadora teoria de aprendizagem. Especialmente, concentra esforços na autonomia do aluno em um ambiente controlado, onde os conteúdos de domínios específicos são tratados em um contexto envolvente. Para que uma estratégia de gamificação tenha sucesso, é preciso que ela faça sentido para seus participantes.

Por meio do jogo Super Trunfo Animais, os estudantes do 2º ano colocaram em prática conhecimentos adquiridos no Projeto de Ciências, Animais e o Meio Ambiente. Já os alunos dos 4ºs anos utilizaram o jogo “Spinner de Matemática” para trabalhar a tabuada e os cálculos mentais das operações, promovendo um processo de aprendizagem mais dinâmico, rápido e agradável. A escola também utiliza aplicativos digitais, como estratégia didática de gamificação, tais como o Minecraft e o Kahoot.

Segundo Guilmer Brito, coordenador do Núcleo de Tecnologias Educacionais do Espaço Educar, os jogos são capazes de promover contextos lúdicos na forma de narrativas que favorecem o processo de aquisição e relação com o conhecimento. Agentes presentes em jogos, como personagens, desafios e regras podem ter efeito direto na motivação da aprendizagem. Diferente do jogo, o propósito da gamificação não é apenas de entretenimento. O processo de aprendizagem pode ser muito favorecido quando a atividade se torna divertida, assim como em um jogo.

Espaço Educar traz grupo da tribo Kariri-Xocó para momento de Vivência Indígena

Para lembrar o dia dos povos indígenas, celebrado em 19 de abril, nessa segunda-feira (16/04) aconteceu uma Vivência Indígena na nossa escola, com a presença do grupo Dzubucua, da etnia Kariri-Xocó. O objetivo da vivência foi esclarecer para as crianças algumas particularidades dos povos indígenas e desmistificar o estereótipo de índio que é perpetuado, abrindo espaço para reflexões sobre a diversidade social e cultural no Brasil.

O representante do grupo, Ivanildo, falou sobre a história da tribo, sua cultura e costumes e compartilhou um pouco da sua rotina e hábitos. Houve ainda demonstração de pintura no rosto e uma apresentação da tradicional dança do Toré, em que os alunos também foram convidados a participar.

O momento contou ainda com exposição e venda de artefatos indígenas. Além disso, a escola arrecadou alimentos não perecíveis, que foram todos destinados àquela comunidade indígena.

x                                                    A  maioria das pessoas ainda tem uma noção simplificada sobre esses povos, remetendo à época do descobrimento do Brasil, em que andavam nus, viviam em ocas e sobreviviam da caça e da pesca. A tribo Kariri-Xocó, apesar de ainda manter a maioria das suas tradições e rituais, já foi muito influenciada pela civilização. Eles compram alimentos em supermercados, moram em casas de tijolo e usam roupas comuns no dia a dia.

Os Kariri-Xocó

A denominação foi adotada como consequência de uma fusão ocorrida há cerca de 100 anos entre os Kariri, de Porto Real de Colégio e os Xocó, da ilha fluvial sergipana de São Pedro. Quando foram extintas as aldeias indígenas pela política fundiária do Império, tiveram suas terras invadidas, indo buscar refúgio junto aos Kariri da outra margem do rio. Atualmente, estão localizados na região do baixo São Francisco, no município alagoano de Porto Real do Colégio e a população está estimada em 2.500 pessoas. Seu cotidiano é muito semelhante ao das populações rurais de baixa renda, que vendem sua força de trabalho nas diferentes atividades agropecuárias da região. Contudo, o grupo preserva algumas tradições, como o ritual religioso secreto do Ouricuri e a dança do Toré.

 

 

 

 

Educadores participam de aula inaugural do Centro de Formação Educar

No último sábado (14), aconteceu o primeiro encontro do curso semipresencial “O uso de materiais manipulativos no ensino da matemática”. Voltado para profissionais e estudantes de pedagogia e professores polivalentes do 1º ao 5º ano, o curso propõe uma investigação teórica e uma observação prática sobre a importância do uso do material dourado, ábaco e outros materiais na aprendizagem da Matemática.

No primeiro momento, os alunos conheceram a plataforma online, onde estão disponíveis todos os materiais digitais do curso (textos, atividades, vídeos explicativos, fóruns de debate). No segundo momento, a professora formadora, Alinny Pontes, explanou sobre a realidade atual da sala de aula, na qual o foco da aprendizagem é a habilidade conceitual do aluno (fazer o aluno pensar).

“É importante o professor compreender que através do material manipulativo a criança faz o levantamento de hipótese, aplica suas ideias e conhecimentos prévios. No final do processo de aprendizagem o aluno se torna autor do seu conhecimento”, explicou Alinny Pontes.

Em seguida, os participantes tiveram contato com alguns materiais manipulativos e conheceram alguns aplicativos educativos que são usados em sala de aula, como o ‘Child Math’ e o Kahoot.

Dividido em 4 módulos, o curso abordará as temáticas: “Fundamentação Didática em Matemática”, “O valor do material concreto durante as aulas de Matemática”, “Material Dourado na prática” e “O Ábaco na compreensão do sistema de numeração decimal”.

Para a diretora pedagógica da escola Espaço Educar, Conceição Azevedo, o Centro de Formação surgiu da necessidade de investir na capacitação e especialização dos educadores que atuam no mercado.

“Nossa escola sempre valorizou a formação continuada e mantem grande empenho e investimentos neste processo. Acreditamos que estabelecer parceria com outros professores e outras escolas pode favorecer a troca de experiências e isso enriquece o trabalho de todos. Os alunos merecem professores cada vez mais capacitados e estimulados a aprender; só assim conseguimos manter a excelência no serviço que prestamos”, disse Conceição.

Centro de Formação Educar

O Centro de Formação Educar tem como objetivo favorecer o acesso de educadores a cursos relacionados à educação, na modalidade semipresencial, utilizando a plataforma digital (AVA), possibilitando a utilização de recursos multimídias e digitais. Além de servir como espaço de formação continuada para colaboradores da instituição, os cursos serão abertos à comunidade (pais, educadores, professores, gestores, alunos de pedagogia, entre outros).

Em 2017, a equipe pedagógica da escola Espaço Educar participou do curso “Conversando sobre a Nova Base Curricular Comum” que oportunizou reflexões sobre os conteúdos, os eixos estruturantes e áreas de conhecimentos que estão presentes na BNCC, além de aprimorar os conceitos de competência e habilidades.

A expectativa é ofertar mais cursos na área da educação, ainda este ano. Saiba mais em www.escolaespacoeducar.com.br/cfeducar/.

Ação da campanha ”Educar para a cidadania” propõe o exercício da democracia

‘’Educar para a cidadania’’ é o tema da campanha que está sendo desenvolvida com os alunos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental este ano, que visa despertar para a consciência dos direitos e deveres de cada um de nós na sociedade.

“Exercendo a democracia” foi a primeira intervenção que aconteceu na última quinta-feira (12/04), na qual os alunos escolheram, por meio de uma eleição, o nome do novo personagem da Turminha Educar. O objetivo era proporcionar um momento de exercício da democracia para as crianças do Jardim II ao 5º ano, que tiveram a oportunidade de participar de uma eleição de verdade, entendendo seu propósito e funcionamento.

No dia da votação as turmas foram divididas por horários e levadas ao auditório para computador o seu voto. Lá, cada um dos alunos foi à cabine eleitoral e digitou o número escolhido no tablet, apertando em seguida na tecla verde, que confirmava o voto.

A proposta vai muito além da escolha de um nome. A ação busca promover a reflexão e a discussão entre os eleitores, que têm a oportunidade de debater, de forma saudável, o porquê de suas escolhas. Além disso, muitos questionamentos são feitos, como o papel de cada um enquanto cidadão, o respeito à escolha do próximo e à democracia.

 

 

 

Perguntamos aos nossos alunos: O que é Cidadania? Confira em: Educar para a Cidadania

 

Estudantes de Nutrição conhecem o processo de produção dos alimentos

Nessa segunda-feira (9) recebemos a visita de estudantes do curso de nutrição da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) que vieram conhecer o processo de produção de lanches e refeições da escola, observar como é feito o controle higiênico sanitário, a higienização de utensílios e controle de temperatura de alimentos e equipamentos.

 

 

 

 

2 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Na última segunda-feira (2), algumas crianças vieram para escola com camisa azul ou usaram botons com o símbolo do autismo. Isso porque no dia 02 de abril é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, transtorno que altera o desenvolvimento do indivíduo em três importantes áreas: comunicação, socialização e comportamento.

A data, criada em 2008 pela Organização das Nações Unidas (ONU), chama a atenção para a importância de conhecer e tratar o transtorno que atinge mais de 70 milhões de pessoas no mundo.  O apoio e a parceria dos amigos e professores são muito importantes para o desenvolvimento dos alunos com TEA. Esta vivência é extremamente favorecedora para o crescimento de todos.

 

 

 

 

Vivenciando a Semana Santa e a Páscoa

Independente da crença individual, a Semana Santa pode nos levar a uma reflexão existencial que seja pautada em valores universais de solidariedade, amor e respeito ao próximo. Vivemos em um mundo marcado por conflitos que têm origem, sobretudo, na dificuldade de aceitação das diferenças étnicas e religiosas dos indivíduos, em escala global.

Portanto, sendo ou não cristão, é pertinente a ideia de ressurgir para um mundo melhor, um espaço em que os valores coletivos se sobressaiam em relação aos valores individuais. Enfim, uma sociedade mais justa, mais humana e democrática para todos.

Pensando nisso, preparamos algumas atividades com os nossos alunos para proporcionar a reflexão sobre a importância de compartilhar e agradecer. Em sala, junto com as professoras, os alunos assistiram a um vídeo explicativo sobre o real sentido da Páscoa (veja o vídeo aqui) e refletiram sobre a importância de agradecer às pessoas que nos ajudam no dia a dia. Visitaram alguns setores da escola exclusivamente para agradecer por sua parcela de contribuição no dia-a-dia da nossa escola. Foram às portarias, à secretaria, CPP, copa e cozinha, agradeceram aos professores, às tias e tios que ajudam a deixar nossa escola limpinha, à equipe de nutrição que prepara os lanches, ao pessoal que produz as atividades, módulos e toda identidade visual da escola, entre outros.

Compartilhando ovinhos de Páscoa

As oficinas de produção de ovinhos de chocolate que aconteceram nos últimos dias, foram momentos ricos de significado. Os ovinhos produzidos por eles, com o auxílio da equipe, foram enviados pra casa com a intenção de que fossem compartilhados com a família, enfatizando o valor da partilha, uma das reflexões trabalhadas.

Outra ação nesse mesmo sentido foi a arrecadação de donativos (material de higiene e limpeza, roupas, calçados e alimentos ). Os mesmos serão entregues para a Casa de Ranquines e Lar De Amparo A Crianças Para Adoção (Laca).

“Sabemos que é na infância que a criança desenvolve de modo intenso as primeiras ferramentas para um convívio social harmonioso e aprimora sua capacidade de amar e respeitar. Nada tem mais impacto na formação de uma criança do que o comportamento dos adultos que lhe rodeiam (professores e familiares). Muito mais importante do que dizer à criança o que ele deve fazer é mostrar, propiciar a vivência de atitudes positivas”, afirma a diretora pedagógica, Conceição Azevedo.

Dia Internacional da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março

O dia 21 de março foi escolhido como dia Internacional da Síndrome de Down. A data visa chamar a atenção, especialmente das pessoas pouco informadas, sobre as potencialidades das pessoas com a Síndrome de Down e conscientizar sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, bem-estar e  inclusão destes na sociedade. 

A criança com Síndrome de Down deve ser matriculada em escola regular, junto com todas as outras crianças. Essa convivência é extremamente saudável para todos e é a conduta mais eficiente para o seu desenvolvimento e aprendizagem.

A sra. Karina D’Avila, mãe de Luiza D’Avila, 2 anos, portadora de Síndrome de Down e aluna do Maternal I, contou que quando recebeu a notícia de que a filha era portadora da síndrome surgiram alguns receios e dúvidas, pois era algo até então desconhecido para os pais: ‘’Foi um mundo novo que aprendemos a desbravar, confirmando todo o amor que sentimos por ela e acreditando que não há diferenças, nós é que temos que fazer a diferença na vida dela’’.

 

A proposta da educação inclusiva é acolher e dar condições para a pessoa com necessidades especiais exercer seus direitos no que tange ao cumprimento da inclusão, criando um regime escolar  capaz de atender todas as crianças.

‘’Meu sonho é que o mundo seja mais justo para todos os que têm necessidades especiais. Que não só a minha, mas todas as outras ‘Luizas’ desse mundo possam ser vistas e reconhecidas como seres humanos, tendo seus direitos e deveres respeitados e que possam ocupar seu espaço na sociedade tanto no âmbito emocional como profissional”, explicou Karina.

Qual a idade certa para tirar a fralda?

Fonte: //seupediatra.com/comportamento/tirar-a-fralda-desfralde/

Seu bebê está pronto para deixar as fraldas? Quais os sinais de que ele está preparado para tirar a fralda? Qual risco de tentar antecipar o desfralde?

Assim como os marcos do desenvolvimento, existe uma faixa de normalidade muito grande para o desfralde. Uns bebês saem das fraldas a partir dos 18 meses, enquanto outros podem chegar aos 3 anos ainda usando fralda, vão retirar mais próximo dos 4 anos. Isso é comum.

Normalmente não vamos pensar em tirar a fralda antes dos 2 anos, a menos que a criança dê sinais claros que está preparada.
A partir dos 2 anos é que vamos começar a conversar sobre esse assunto.

Como saber se a criança está pronta para tirar a fralda?
A retirada das fraldas envolve várias áreas do desenvolvimento. O controle dos esfíncteres é apenas um passo, mas ele depende de outras coisas também:

-Desenvolvimento motor: o bebê anda bem? Consegue te ajudar para abaixar a calça e se vestir?
– Desenvolvimento da linguagem: o bebê já consegue expressar o que quer? Sabe falar que quer fazer xixi? Ele entende tudo o que fala? Faz o que você pede?
– Conhecimento do ambiente: Ele já sabe onde fica o banheiro? Para quê serve?
– Concentração: ele consegue ficar sentadinho por alguns minutos? Tem criança que adora sentar no piniquinho, mas levanta em seguida, não consegue esperar um pouquinho.
– Sensibilidade: ele começa a se queixar que está molhado, que a fralda está suja? Ele já “anuncia” que vai fazer xixi? Quando a criança começa a avisar que vai fazer xixi, ou perguntar se pode é porque já está controlando os esfíncteres.
Normalmente, ele faz bastante xixi de uma vez só, e fica períodos mais longos com a fralda seca.

Com isso a própria criança vai te indicando que está chegando a hora de começar o processo do desfralde. a dica de ouro para ter sucesso no desfralde, sem traumas, é iniciar no momento certo.

Dá para antecipar a retirada da fralda? Quais os problemas que isso pode causar?
Às vezes, em algumas situações podem ter mães que se sintam pressionadas a antecipar o desfralde. Ou por opinião dos familiares, ou por questões da escola, isso pode acontecer. O melhor a fazer é NÃO ouvir a opinião de quem conhece pouco seu filho e acreditar nos seus sentimentos. Inicie o desfralde quando você achar que ele está preparado. E lembre-se que esse não é um “caminho sem volta”. Se no processo e desfralde você perceber que ele não está pronto, retorne as fraldas sem fazer “alarmes”, sem criticar, sem comentar, sem dar importância ao assunto e tente novamente mais pra frente.

Antecipar o desfralde é possível, existem diversos “treinamentos” para a criança retirar a fralda. Mas pode trazer consequências para a auto-estima da criança, influenciar negativamente em sua personalidade, e causar problemas, principalmente de constipação no futuro.

O desfralde deve ser um processo natural, que respeite a fisiologia da criança e respeite também seu estado psicólogico. Em algumas situações é melhor você adiar a retirada das fraldas do que tentar se antecipar. A entrada na escola, mudanças, chegada de irmãozinho, essas coisas podem fazer com que a criança não se senta segura para retirar a fralda nesse momento.

A retirada das fraldas deve ser feita com muita paciência e tranquilidade. Sem pressionar a criança.

 

Escola Espaço Educar oferece cursos voltados para profissionais da educação

Texto por: Luisa Gama

Motivado pela necessidade de formar seus educadores, o Centro de Formação Educar está promovendo dois cursos. Apesar de terem nascido para contemplar uma demanda interna, a coordenação pedagógica percebeu que esses cursos poderiam gerar maior contribuição social, por isso a escola está estendendo essa oportunidade para todos os profissionais da educação, que têm essas mesmas inquietações e que também desejam fazer uma educação comprometida com a qualidade. Os dois primeiros cursos são de extrema importância e de máxima urgência que nós, educadores, nos dediquemos ao estudo, já que podem colaborar com as novas práticas exigidas pelo MEC.

É uma proposta de ensino semipresencial, onde teremos encontros presenciais e por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do Espaço Educar. Os participantes terão acesso a materiais didáticos exclusivos, em uma plataforma online, com suporte especializado de professores formadores.

O curso ‘O Uso de Materiais Manipulativos no Ensino da Matemática’ foi desenvolvido a partir de uma abordagem sócio construtivista, e é voltado para professores polivalentes do 1º ao 5º ano. Ele propõe uma investigação teórica e uma observação prática sobre a importância do uso desses materiais (material dourado e ábaco) na aprendizagem da Matemática. Será ministrado pela pedagoga Alinny Pontes e tem carga horária de 30 horas.

Neste o curso será realizada uma oficina prática presencial com o objetivo de esclarecer e instrumentalizar sobre o uso de materiais diversos que contribuem para a prática docente.

Ministrado pela professora Flávia Farias, o curso ‘Conversando sobre a Nova Base Nacional Curricular Comum’ discutirá os temas propostos pelo documento e busca preparar o educador (da área de Pedagogia e/ou licenciaturas como História, Geografia, Matemática, Educação Física) para a prática docente. O curso tem carga horária de 60h.

“Para os educadores e profissionais da área de educação, é fundamental o conhecimento técnico das normativas que foram aprovadas pela NBNCC, uma vez que, a grande mudança consiste na evolução do processo ensino/ aprendizagem quando este promove uma ruptura da transmissão de conhecimento e ou informação, para a necessidade de aplicação prática do mesmo. Essa nova forma está evidenciada na distinção e relação intrínseca entre competências e habilidades, que foram propostas pela NBNCC em todas as áreas de conhecimento e em todos os segmentos, do infantil ao ensino fundamental. Essa mudança reflete o resultado de estudos que revelaram, ao longo dos anos, que os estudantes brasileiros não têm compreensão daquilo que estudam ou para que estudam, explicou Flávia Farias.

Para a professora formadora, esse é o grande desafio: trazer a matemática, a história, a geografia, as linguagens, para a vida, transpondo a informação descompromissada com o protagonismo que se espera do sujeito que aprende.

Para Conceição França, diretora pedagógica da Escola Espaço Educar, o acesso a estes cursos permitirá aos educadores o aprofundamento de conhecimentos necessário para as ações pedagógica nos próximos anos. É urgente que as escolas se preparem para essas mudanças e que possam favorecer as suas equipes possibilidades e experiências formadoras para a atuação em consonância com as orientações da NBNCC.    

Sobre a nova Base Nacional Comum Curricular

A BNCC, que entrou em vigor 15 de dezembro de 2017, é um documento que determina os conhecimentos essenciais que todos os alunos da Educação Básica (Educação Infantil ao Ensino Fundamental II) devem aprender, ano a ano, independentemente do lugar onde moram ou estudam. Todos os currículos de todas as redes públicas e particulares do país deverão conter esses conteúdos.

Ao definir o que os alunos precisam aprender em cada ano escolar, a BNCC pode ajudar de diversas formas: o planejamento das aulas fica mais claro e objetivo; os alunos vindos de outras escolas ou redes não chegarão com aprendizados diferentes; a troca de experiências de sucesso e o compartilhamento de dificuldades são potencializados.

Sobre as professoras formadoras

Alinny Pontes é pedagoga e Pós Graduanda em Administração com ênfase em Educação Matemática, aluna espacial de Mestrado pela Universidade Federal de Alagoas na disciplina Didática da Matemática e tem 7 anos de experiência no ensino de Matemática em turmas do Ensino Fundamental I.

Flávia Farias é graduada em Estudos Sociais, professora formadora do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (MEC), certificadora do Exame Nacional do Ensino Médio – INEP, especialista em Avaliação (PUC/MG), consultora e assessora pedagógica, professora de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Os dois cursos terão encontros presenciais e iniciarão dia 14 de abril. Os certificados serão entregues aos participantes no final do curso.

 Inscrições abertas através do link: www.escolaespacoeducar.com.br/cfeducar

Mais informações:

centrodeformacao@escolaespacoeducar.com.br ou (82) 3327-5285